terça-feira, 27 de agosto de 2013

Gatas atrevidas afim de sexo na webcam


Patroinha safadinha e sua deliciosa mãe

Ola sou eu novamente, alguns já devem me conhecer por o ultimo conto que relatei do dia em que comi minha patroinha e outra colega de trabalho, hoje vou relatar o dia em que comi minha patroinha e sua deliciosa mãe.
Foi numa noite de sábado, iria ter uma festa que minha patroinha iria preparar junto com usa mãe Ruth uma morena de parar o transito estatura media, morena cabelos castanhos olhos verdes, seios pequenos durinhos como o de sua filha, e bunda grande (e que bunda em) bocetinha carnuda, mais a festa foi marcada para o sábado e seria preparada pelas duas por que o marido de Carina tinha viajado a negocio e sua mãe já era divorciada e não mantinha contado com o pai de Carina, mais então fui convidado para a festa e essa festa foi um total fracasso ,foram somente eu e mais 2 caras da empresa mais logo foram embora por que queria agitação, como só tinha eu e as duas ajudei as duas a guardar a decoração da festa, e nisso Carina ficava mais perto de mim e me alisando todo, teve uma hora que ela enfiou a mão em minha causa e segurou meu pau e começou a me masturbar mais nessa hora sua mãe viu, mais não ficou horrorizada, muito pelo contrario ficou foi muito exitada e como estava de míni-saia ela se sentou num banquinho e levantou a saia e começou a se masturbar ali na nossa frente, eu meio sem entender nada Carina olha com um olhar de safadinha para Ruth e cai de boca na sua boceta, fiquei meio sem saber o que fazer ate a Ruth pedir meu pau na boquinha dela, só com o pedido quase gozei, não me fiz de rogado e lhe dei meu pau, meu deus como aquela mulher sabe chupar um pau, gozei na boca dela não aguentei segurar muito tempo, ai Carina me olha com um olhar de putinha pedindo pau, então tirei sua calça e coloquei sua calcinha de lado me posicionei atrás dela e soquei com vontade, Carina gemia como uma louca e continuava chupando sua mãe, depois me deitei na messa da cozinha e Ruth sentou em meu pau e Carina sentou em meu rosto, a mãe dela cavalgava e gritava enquanto Carina chupava os seus peitinhos, depois Carina sentou em meu pau e a mãe ficou me beijando, quando anunciei que iria gozar as duas rapidamente estava de joelhos em minha frente, gozei na boca da Carina, já que já tinha gozado na boca da Ruth, depois de sugar todo meu leite a Ruth beijou Carina e as duas ficaram passando meu gozo de uma boca pra outra.
Logo em seguida como não tinha ninguém na casa, resolvemos tomar um banho para mim ir embora pois já estava ficando tarde, então fomos eu e Ruth para o banho, pois Carina foi atender alguem que chamou a porta, e enquanto não chegava Carina, eu e Ruth nos deliciamos um tocando no outro, ai Ruth me pediu para comer seu cuzinho que estava pulsando de vontade de ter meu pau, então fui empurrando a cabeça do meu pau para dentro devagar, quando a cabeça entrou ela soutou um grito que acho que ate Carina escutou, mais continuei enfiando devagar para não machuca-la, ai chega Carina perguntando o que tinha acontecido, quando viu meu pau na bunda da mãe dela, já veio arrancando suas roupas e gritando que também queria, mais enfim meu pau entrou todo no cuzinho delicioso da Ruth deixei um pouco e derrepente tirei e enfiei de uma vez, Ruth soutou um grito abafado, pois estava beijando a Carina, e comecei a socar forte no cu de Ruth, e Carina desce para sua boceta e começou a chupar ate Ruth gozar com meu pau e a linguá de sua filha, ai foi a vez de Carina fiz o mesmo processo de enfiar pouco a pouco e sua mãe foi logo caindo de boca na bucetinha dela, comecei a socar forte na Carina que dava berros e enfim pediu para mi8m gozar dentro do seu cu, atendi o seu pedido soltando muita porra dentro daquela bunda deliciosa.
Depois fomos para cozinha comemos algumas coisinhas e me despedir delas com delicioso beijo e fui para casa.
Espero que tenha gostado do conto, se quiser entrar em contato comigo matheus-sana90@hotmail.com assuntos sobre qualquer coisa.
Abraços e boas gozadas

Ninfeta insaciável

Conheci Clarice num consultório medico, em Porto Alegre, era secretaria. Tinha consulta marcada. Havia mais 2 pessoas na minha frente. Era o ultimo. Quando ficamos sozinhos notei que me olhava disfarçadamente. Resolvi conferir. Loira, lindinha, novinha, 20 anos, passou o fone celular e mantive contato  posteriormente. Descobri que tinha namorado firme, morava com os pais, estudante universitária. Gostava de pessoas mais idade e adorou meu perfil. Risos... moreno, alto, 40 anos. Marcamos de se encontrar no outro dia. Fomos a um motel prox. a Porto Alegre. Eram 1730min. Era de uma desenvoltura total, segura de si. Confessou que era insaciável. Tinha gozos frequentes e estava sempre excitada. Disse que no dia que estive lá, foi ao banheiro fazer uma siririca e gozou gostosamente. Estava de calça jeans, bem apertada, e blusa bege. Possuía seios salientes e grandes. Arrisquei um beijo e fui correspondido. Já foi direto com a sua mão para minha vara, e ficou ali acariciando ate chegarmos ao motel. Confirmei seios grandes, volumosos e duros, bicos arrepiados. Entramos e fomos direto ao banho. Ensaboei o corpo gostoso, senti e acariciei uma bucetinha depilada e molhada. Ela fez questão de lavar a vara e se ajoelhar e dar uma mamada bem excitante. Fomos para a cama. Deitei-a e comecei um tratamento de língua pelo corpo da ninfeta. Iniciei pela boca, orelhas, pescoço, seios... até os pezinhos, que foram chupados delicadamente, e banhados pela língua áspera. Clarice gemia intensamente, suplicava para que fosse para sua buceta com urgência, pois já tinha gozado duas vezes e queria muito mais. Atendi seu pedido, e cai de boca. Chupei muito e enfiava a língua lá dentro. Estava muito molhada. De imediato, apertou minha cabeça e fez um novo gozo. Lambuzei-me totalmente. Falou: nossa vc é demais, que língua gostosa. Gozei 03 vezes em pouco tempo. Vem, deita aqui, me deixa dar um tratamento nesta vara grossa. Ela caiu de boca e me olhava com aquele olhar de putinha, e perguntava se estava gostando. Estou adorando. Chupa tesão, lambe gostosa a vara. Ficou 10 minutos lambendo e mamando. Pediu: me come de quatro. Devidamente encapuzado, coloquei ele devagar na bucetinha, raspadinha. Era uma visão linda, um rabo exposto bem delineado, com marca de biquini. Pediu que socasse com força. Fiz o que pediu e ficamos nesse enterra e tira. Dizia: come seu safado, atola a vara, me arromba com este cacetão. Ai, que delicia, que pauzudão grande, nossa. Me come, com mais força, empurra. Ela chegou a mais um gozo. Uau, que gostoso. Que alivio. Adorei. Descansamos. Ela pediu: Vem, deixa eu cavalgar. Deitei e ela veio por cima. Sentou, e começou a pular. Seios gostosos, enormes, duros, mamei com muita vontade. Ela não deixava, tamanha a violência em pular na vara. Quero gozar, quero gozar, isso, pauzudo. Vou gozar novamente. haaaaaaaaaaa....gozeiiiiiiiiiiiii. Ainda não tinha gozado. Estava quase explodindo de tesão. Segurei firme. Perguntei: vamos comer este cuzinho lindo? Ela disse: Tenho medo de machucar... rebati:...não, vou devagar...coloco só a cabecinha...vc vai adorar...completou: ...Por favor devagar...o seu pau é muito grande...Pedimos um lubrificante, lambuzei bem o meu pau e enfiei o creme e 02 dedos em seu cuzinho. Senti a entrada fácil. Já estava costumada, risos... Ela ficou de 04 novamente e enfiei a cabecinha, foi um pouco difícil, mas estava determinada. Ela ajudou abrindo uma parte da banda da bundinha. Foi a cabecinha e deixei ela se acostumar. Aos poucos foi entrando tudo. A peguei pelas ancas, e forcei com idas e vindas. Ela enlouqueceu. Foi uma trepada forte. Muito suor das partes. Estava acariciando o clitóris, junto, e gemia muito, muito mesmo, gozou uma, duas e três vezes. Eram gozos simultâneos, lindos de ver. Até que implorei: Vou gozar....e puxei ela pelas ancas e soquei, soquei, até saltar um gozo tremendo dentro daquele cuzinho delicioso. Foi demais. Caímos extasiados. Disse que valeu a pena. Nossa, vc é muito gostoso e tesudo. Retruquei: Vc é fantástica. Muito gostosa, em todos os sentidos. Já eram 2045min. Tínhamos que ir embora. Ligou-me no outro dia agradecendo. Quer bis...ainda não aconteceu.... Moro a 30 km de Porto Alegre. Muito sigilo. E-mail: gaucho.9899@hotmail.com

Peguei a novinha do condominio fechado

Olá, nome é Julio  tenho 26 anos casado, cabelos castanhos, sou branco, olhos verdes, 1.75 de altura e meio gordinho, mas sou atraente,isso não sou eu quem fala. Bom a história que eu vou contar aqui agora aconteceu hoje comigo, primeiro eu gostaria de agradacer a equipe do "CONTOS ERÓTICOS ON-LINE" pq graças as histórias que eu leio aqui me faz ter mais coragem de mostrar o meu eu de verdade.
Bom este conto acorreu hoje por volta das 12:00h. Eu trabalho em uma empresa de ônibus e a uma semana tem uma moradora de um condominio que tem no ponto final desta linha que eu trabalho, e e no primeiro dia que vi esta menina eu me apaixonei ela é magra 18 anos 1,50 de altura bunda grande e bem redondinha seios fartos e durinhos um pacote de buceta enorme e um lindo sorriso, ela todos os dias passa por mim e fala um bom dia acompanhado de um belo sorriso e como seu olhar as vezes voltado para o meu pau que ja percebi mas com a calça do uniforme isso não mostra muito, enfim hoje eu tive a melhor oportunidade da minha vida, ela estava chegando da escola e a rua é um morro enorme quando eu virei ara ela e falei.
- Nossa que coragem de subir esse morro heim!
E essa parece que foi a senha falar com ela alem de somente falar "bom dia"
Ela virou para mim e disse isso tem que ser todo dia ja que eu estudo aqui perto vou andando mesmo.
Logo em seguida ela virou e elogiou os meus olhos que eu falei para ela que ela era linda e que desde o primeiro dia qua à vi não tirava ela do pensmento.
Ela falou que tinha que subir para tomar um banho pq estava morrendo de calor, e perguntou a hora que eu iria sair eu respondi dizendo que seria 13:30 achando meio estranho mais disse logo em seguida o meu apartamento é no bloco g 106.
Não acreditei no que estava ouvindo mas assim que eu sai lógico fui la e ela estava sozinha no seu apartamento, o porteiro me anunciou e eu fui chegando na porta nem toquei a campainha ela ja abriu a porta e me puxou para dentro me beijando frenéticamente e ja abrindo minha camisa quando tive tempo de olhar ela estava com um roupão de banho e sem nada por baixo, ela abriu e eu senti os biquinhos dos seus seios quase me furarem e ja foi logo pegando minha mão e passando naquela buceta enorme que estava ja toda lambuzada e eu ali com o pau quase explodindo dentro da minha cueca louco para trepar, então peguei a Bruna este o nome dela e a joguei no sofa ela caiu com as pernas abertas com aquela linda buceta toda abertinha e molhadinha, logico não me fiz de regado cai de boca e comecei a chupa-la nossa que delicia estava cheirosisa parecia que ela tinha jogado perfume, estava ali chupando e passando o biquinho dos seus seios lindos entre os dedos passei ali quase meia hora quando ela pela  3ª vez estava me anunciando que ia gozar.
Ela então me empurrou e baixou a minha calsa com cueca e tudo e na mesma hora abocanhou o meu pau enfiando tudo na boca, ela chupou tão tanto que chegava até doer parecia que queria o meu leitinho todo em sua boca, derrepente veio aquela vontade e anunciei que ia gozar e ela abriu bem a boca e engoliu tudo até a ultima gota, me puxou para o sofa e ficou deitada no meu peito chupando meus mamilos e adivinha não demorou muito e ja estava com o pau a ponto de bala ela foi acho que até o quarto dela e voltou com uma camisinha e um lubrificante, ela pegou a camisinha e com a boca colocou nele e se pôs de 4 no sofa e me disse vem me foder que eu estou loca para sentir esse pau dentro de mim, e lógico fui para cima e soquei tudo de uma só vez que ela deu um gemidinho tão gostoso que eu quase gozo com aquilo e ela começou a rebolar e a cada vez ia mais forte, ela então saiu e sentou em cima pulando como se estivesse em cima de um cavalo bravo eu virei para ela dizendo que ia gozar e ela falou que vou gozar junto com vc, mal ela terminou a frase e logo foi lambuzando o meu pau e eu gozando junto, quando acabamos ela me abraçou tão forte que dava para sentir seu coração quase saltando do seu peito, ela então me pediu para me vestir pq o irmão dela estava para chegar da escola, me vesti e ela foi com o seu roupão até a porta e me deu outro beijo tão forte que fiquei até sem ar.
Ao sair ela me perguntou se vou trabalhar na segunda e disse que sim e falou que esta louca para me ver novamente, mal posso esperar passar o final de semana.
Com certeza vou continuar a minha história aguardem.
Contato bruno_almeida_sp@hotmail.com
Adoro novinhas.

Pegando a vizinha gostosinha

E ai pessoal!! Meu nome é Carlos , a história que vou contar agora aconteceu esta semana. Minha vizinha Carol (fictício) é minha colega na faculdade, é baixinha, pele bem branquinha chega até a ser meio avermelhada, cabelos longos e castanhos, e com carne pra pegar. Sempre tive o maior tesão por ela. Bom mas vamos à história.
Num sábado de madrugada cheguei do trabalho e fui para o positive, casa noturna que tem aqui na cidade, lá encontrei a Carol, que já estava alegre de bebida, ficamos conversando, na primeira oportunidade beijei-a e ela respondeu a altura, ficamos um pouco, e decidi que iria pra casa como ela já estava um pouco bebada, perguntei se ela não queria ja indo pra não ter que voltar sózinha pra casa. Ela topou, e fomos a pé. Chegando no nosso prédio o ap dela é o 304 e o meu 305. me despedi dela e fui pra casa, sabendo que ela iria atrás. não deu 20min, ela me chamou no face e disse que tava precisando de ajuda, estava com fome e estava com preguiça de fazer comida. Me vesti e fui ajudar ela.
Chegando lá, encontro ela de calcinha e uma regatinha sem sutiã. Como eu havia fumado um, estava com um pouco de tesão, mas ao ver ela meu pau ficou duro feito uma pedra, e como não é nada pequeno não deu pra desfarsar. Vi claramente o momento que ela notou, pois se arrepiou toda e sua calsinha ensopou. Já sai tirando ela da chão e tacando ela na cama.
Começamos a nos beijar e acariciar como dois virgens tarados. Ela me beijava e mordia meus lábios. Nesse momento eu já com uma mão acariciava seus peitos e com o outra alizada sua bucetinha carnuda. Começei a decer e beijar seu corpo, dei aquele chupão em seu pescosso, de tão roxo parecia até preto, fui até seu umbigo então voltei a subir tirando sua regatinha e a beijando-a toda, chupei um pouco seu peitos e voltei a decer em direção a zona boa. Começei a chupar sua bucetinha por cima da calcinha mesmo que já estava mais molhada que água. Foi quando ela comecou a afundar minha cara em sua buceta.
Parei de chupala e botei meu pau pra fora, e disse agora é tu que vai me chupar, ela olho pra ele e disse que não ia caber em sua boca. Mas também não exitou me deitou na cama e saiu chupando tudo. Achava que meu pau não podia fivar mais duro, mas por encrivel que pareça ele ficou e de tão duro chegava a doer. Tirei ela de cima e tentei meter nela, mas ela pediu que eu botace a camisinha, disse que não tinha, mas ela disse que na gaveta da comoda teria e junto alguns brinquedinhos como gels e massageadores de clitóris. Botei o brinquedinho e a camisinha quando vi ela ja havia tirando a calsinha e tava com sua bucetinha pingando de tanto tesão, dei uma lambidas vindo desdo cu até o clitóris cada uma ela se contorcia toda, Tentei a meter mas ela era muito apertada, tive que ir com calma.
Primeiro meti só a cabeça e deixei um pouquinho, até que ela foi pedindo que metece mais, chegou um momento que ela chegava até a chorar de dor mas logo a dor se tranformou em prazer e ela gemia tão alto que fiquei com medo de acordar os vizinhos. Até este momento só tinha colocado metade, foi quando dei uma estocada que foi até o talo, ela deu um berro e deu pra ver aquela lágrima solitária escorrer de seu olho, mas continuei firme. Começou a dizer que iria gozar, intensifiquei mais ainda as estocadas, tirei caindo de boca em sua bucetinha para beber todo aquele melzinho, Aquele jato gostoso veio em minha boca e bota gozada a dela, nunca havia visto uma mulher gozar tanto, beijei-a para que sentice o gosto de seu próprio gozo.
Virei-a de quatro e voltai a meter em sua bucetinha, como já estava arregaçada fui botando tudo de uma vez, ela gemia e berrava de prazer, suas pernas tremiam, até que ela gozou novamente, seus braços e pernas se amoleçeram totalmente e ela ficou com erquida pela sua buceta que tinha minha pica dura até o talo. No que tirei meu pau de dentro dela, ela desabou na cama, coloquei ela deitada de barrirga pra cima e chupei sua bucetinha. começei a beijala e ela emplorava para que eu metece em seu cuzinho, disse que ela não ia aguentar mas ela não queria saber, foi quando ela pegou na gaveta uma daquelas pomadas anestesiantes de dentista, ela passou um pouco no cuzinho e já ficou de quatro. Peguei e coloquei só a cabecinha.
aquela mesma lágrima solitaria voltou a escorrer, ela comecou  a rebolar e foi alargando, então decidi meter até o talo, ela deu um berro, mas logo aquela dor que fazia ela chorar se tranformou em prazer. Ela já metia seus dedinhos na buceta e acariciava seu clitóris.
Ela comecóu a tentar tirar, mas eu não deixava, ela ia com o quadril pra frente e eu ia indo junto, até que se torceu e conseguiu sair.
Se deitou de frente pra mim, e disse que queria que goza-se em sua buceta sem camisinha, no tesão que estava nem pensei, fui arrancando a camisinha e metendo. Ela me arranhava tanto que chegou até a sangrar, no que dei a estocada final ela gozou junto comigo, e sentia aquela porra misturada tentado sair pela cantinho de tanta porra que tinha.
No que tirei, se formou uma castacata de porra saindo de sua bucetinha esfolada. Ela deu uma chupada em minha pica, e nos deitamos.
Mais tarde já era dia, e acordei com ela sentada em minha cara tentando um 69, mas esta fica pra próxima.

A prima tycinha

Passei parte da minha infância em Curitiba e lá vivi até completar 10 anos, lá morávamos no mesmo quintal: a minha família e a família do meu tio, o pai da Tycinha.
Bom eu já estou a 15 anos morando em SP, mas no 11º ano que completei aqui fui passar a passagem de ano em Curitiba, tinha acabado a faculdade na época e no meio de dezembro voltei pra Curitiba.
Eu sempre mantive contato com o povo de lá, principalmente a Ty que cresceu comigo, a gente vivia junto quando era criança e sempre fomos muito ligados, sempre se falávamos pelo finado icq e até hoje pelo MSN e com o passar do tempo fui vendo que a minha priminha tava ficando cada vez mais gostosa.
A Tycinha (Letícia no original) ficou com um belo par de seios um corpo perfeito e um belo de um rabo porque malhava bastante.
Bom foi em dezembro d 2004 que fui a Curitiba depois de muito tempo, pra passar o ano com a família.
Meus tios me receberam muito bem e logo quando cheguei recebi um belo abraço da minha querida Tycinha ela disse que estava morrendo de saudades e que tinha muitas coisas pra me contar, ela foi para a sala e me apresentou pra uma amiga dela que se chamava Karol e disse maravilhas sobre mim a amiga.
Fiquei na sala conversando com meus tios, com a Tycinha e com a Karol (caralho as minas do sul são muito fodas, a Karol é muito gostosa, logo vou falar muuuuito dela) e depois de um tempo a Ty me levou a um quarto vazio da casa que me tio usava pra fazer uns lances, mas que eles tinham arrumado para eu passar as férias coloquei as minhas malas lá e depois a Ty veio correndo pra me dizer que em pouco tempo o almoço estaria pronto e logo atrás dela estava a Karol com seu belo sorriso, disse que antes preferia tomar um banho e Tycinha sempre com sua carinha de ninfeta disse:
-Se quiser eu e a Karol podemos lavar suas costas. – fui à loucura, mas depois ela disse que tava me zoando e que ia avisar minha tia que eu antes ia tomar banho, fui tomar banho (e já prestei uma homenagem a priminha durante o mesmo) e depois fui almoçar.
Passaram-se alguns dias desde que eu tinha chegado nesse tempo a Tycinha falou de tudo que tinha acontecido desde que eu fui embora, dos antigos amigos, do que ela tinha feito da vida, como conheceu a Karol, do namorado dela que tava viajando (o Mané foi para o Uruguai com os brothers e deixou ela lá) entre outras coisas.
Certo dia ia ter uma festa na casa de uma amiga dela e que ia juntar uma galera, minha prima sempre assanhadinha disse:
-vamos talvez você consiga comer a Karol.
Fiquei sem palavras, e ela continuou:
-Eu vejo como você olha pra ela, e ela é muito gata e parece que te curtiu ,talvez role.
Ficamos conversando até que por volta de umas 22 h e 30 min. fomos nos arrumar pra ir a tal festa
Eu me arrumei em pouco tempo e esperei a Tycinha, caras quando ela apareceu, foda com uma camisetinha preta bem decotada, daquelas que parecem que são amarradas nas costas e uma puta calça colada também.
Nunca tinha visto a prima tão gostosa e perfumada, uns 15 min. depois chega a Karol, também de preto, também bem decotada e com uma saia que meu deus.
O irmão da Karol nos levou até a festa que ficava a uns 15 min. dali, lá conheci alguns amigos delas e fui me enturmando, conheci muita gente legal, mas meu foco mesmo foi ficar conversando e batendo um xaveco na Karol a noite toda, ela ria bastante comigo, até que a gente levantou pra dançar juntos, ela se esfregava em mim me abraçava e de vez em quando me dava uns selinhos pra me atiçar, mas nada de beijo de língua, enquanto isso a Tycinha já tinha ficado com dois malucos (ela disse que ia se vingar do corno que foi viajar e deixou ela).
Bem à noite foi rolando normal, com mó galera se pegando, minha prima galinhando e eu tentando comer a gostosa da Karol, até que um cara que era ficante da Karol tava bêbado apareceu e veio tirar satisfação de que eu tava catando a mina dele, a Karol disse que não tinha mais nada com ele e que ele só queria treta, a galera levou o cara pra fora completamente alterado, depois disso eram umas três da matina, agente decidiu dar um role pela cidade e depois disso, fomos pra casa da Karol que não tinha ninguém já que a mãe dele tinha viajado e o irmão dela ia dormir na casa da mina dele, fomos eu, Karol, Tycinha e mais uns dois caras e três minas, ficamos lá e fizemos uma pvt só com som baixo, cerveja e uns salgadinhos, depois de um tempo a galera que levou a gente vazou e ficamos só nos três e decidimos varar a noite ali mesmo, não ia pegar nada já que a casa da Karol era a três quarteirões da casa da Tycinha.
Nisso deu mó vontade de ir ao banheiro, porém minha prima gostosa me inventa de ir lá (bebeu pra caralho) e eu apertado, nisso a Karol (chapadona também, já andando cambaleando) diz que tem banheiro no quarto dela e me leva até lá e diz:
-Pode ficar a vontade viu. – riu e saiu.
Fiz o que tinha que fazer e estava saindo do quarto quando resolvi dar uma reparada nele, um quarto bem de menina com ursinhos e essas putarias todas, mas algo me chamou a atenção lá, era tipo um diário que estava ao lado do PC e putz apesar de ter aqueles pequenos cadeados estava aberto, caras não resisti e fui lendo, tinha uma pá de besteiras e tal até que chego numa parte de que ela falava de uma transa com um cara, depois de um bacanal que ela participou caralho a mina era foda, descrevia tudo com detalhes, meu pau já tava latejando quando cheguei na parte que ela relata a primeira vez dela com uma mina, e adivinhe quem era, minha querida prima Tycinha, pirei, pirei total, sentei na cama e comecei a ler o que ela tinha escrito das chupadas que deu na Tycinha.
Não resisti baixei um pouco a calça e comecei a tocar uma, aí do nada me aparece a Tycinha no quarto e me pega com uma mão no pau e a outra no diário, eu disse:
-Fodeu.
Ela olhou pra mim com mó cara de séria como se eu tivesse matado alguém, e deu o maior grito “Karolllllll!!!!!!!” Putz tinha rodado feio
Depois de uns 2 min. me chega a Karol no quarto perguntando o que tava rolando e a Tycinha só apontou com o dedo pra mim, a Karol abriu à maior bocona e disse:
- Nossa, o guri viu o que não devia e ainda ta se acabando com meu diário as duas começaram a rir uma pra outra quando a Ty disse:
- O que q ele merece depois disso?
A Karol falou que eu ia ter que ser castigado e veio na minha direção, pegou o diário e olhou a página que eu estava lendo:
-Huuum, boa.
Pegou a Tycinha pela nuca e deu um puta beijo de língua nela, fiquei sem ar, a minha priminha sempre teve cara de safadinha, mas naquela noite ela me mostrou que não era só a cara além de ter ficado com uns quatro malucos ela tava beijando a amiga dela com maior tesão, a Karol alisava a Tycinha toda, enquanto ela suspirava e beijava o pescoço da Karol, apertava as coxas dela enquanto a Karol lambia o busto dela, caralho pirei total.
A Karol olhou pra mim e disse:
-Olha Ty seu primo babando.
A Tycinha largou a Karol olhou pra mim e disse:
-Olha primo eu sempre tive um grande carinho por você, e com certeza ia aproveitar essas férias pra tirar uma casquinha, então aproveitando que você viu o diário da Karol e que você ta com esse pauzão delicioso na mão vai ser agora. Tycinha veio em minha direção e sentou do meu lado da cama passou os braços sobre meus ombros e disse que não era lésbica, mas ela e a Karol eram bem safadinhas e às vezes quando não tinham o que fazer adoravam “brincar” entre elas e como eu era o priminho adorado dela ela ia deixar participar dessa vez , ela se ajoelhou na minha frente segurou meu pau com força e lambeu.
-Nossa que gosto delicioso tem o pau do meu querido priminho, ela disse, enfiou ele com tudo na boca, maravilhosa, tava bem quentinha e molhada ela mexia bastante com a cabeça, chupava com tudo até fazer barulho quando largava a cabeça do meu pau dos lábios, enquanto isso a Karol veio e se ajoelhou atrás de mim me agarrou por trás e começou a levantar minha camisa enquanto chupava meu pescoço, eu joguei meus braços para trás para segurar a cabeça dela e começar a beija – lá, a Karol tinha uma língua maravilhosa e me deu um beijo bem gostoso que estava melando toda minha boca, a Tycinha não parava de me chupar, ela parava e começava a lamber meu pau da base até a ponta e depois chupava bem forte usando só os lábios sem engolir meu pau, ela apertava ele com força e sacudia ele sempre rindo e com a boca toda melada, com a mão que estava livre eu acariciava os cabelos dela e ela começou a fazer pra frente e pra trás com a cabeça bem rápido sem segurar meu pau com a mão e olhando pra mim.
Pirei aquelas duas morenas de pele clarinha e de belos seios fartos e firmes praticamente me estuprando, estava quase ficando sem sentidos de tanto prazer, a Karol veio do meu lado e colocou os seios na minha cara, cheirosos fartos e macios; beijei muito enquanto ela pressionava minha cabeça contra eles eu agora usava minhas mãos para apertar a bunda dela debaixo da saia enquanto a minha prima fazia um puta de um boquete sem desperdiçar nada, sempre lambendo os lábios, tirei a blusinha da Karol e seu sutiã preto transparente em uns 2 segundos, segurei com força aqueles seios e comecei a lambê-los, ela gemia.
-Isso, isso huuuuuuummmmmmm, lambe safadinho. – e eu pirava ouvindo isso , tirei as mãos dos seios dela e comecei a alisar todo aquele belo corpo que estava de joelhos ali do meu lado, lábia seu umbigo, bem devagar fazendo círculos com a língua e ela gemia apertando minha cabeça, a Tycinha tava segurando meu pau durasso de frente pra ela e mexendo a língua bem rápido pra cima pra baixo na pontinha dele, a Karol se deitou na cama de lado com a bunda virada pra mim e disse enquanto dava tapinhas na própria bundinha
-Vem, você não quer Mad?. – nem pensei duas vezes, inclinei o corpo meio de lado pra Tycinha continuar e me deitei com a cara no rabo da Karol, comecei a beijar aquela bundinha clarinha bem devagar e revezava com lambidas e roçar minha mão sobre a calcinha dela, ela fazia cara de quem estava gostando, coloquei meu dedo por debaixo da calcinha dela e comecei a enfiar, senti que estava bem quente e tava ficando cada vez mais molhada, arranquei a calcinha preta de renda dela, daquelas que só protege a cetinha e comecei a chupar aquele suco gostoso, ela soltava gritinhos enquanto eu lambia a entrada daquela boceta quente e rosadinha; nisso a Tycinha começou a me chupar mais forte, fazia pra cima e pra baixo com meu pau quase todo na boca dela e mexia pra cima e pra baixo cada vez mais rápido, ela tava louca mexendo bem rápido não tirava o pau da boca, depois ela largou e começou a bater uma punheta muito rápida, enquanto isso a Karol se sentou de frente pra mim com as perninhas abertas e abrindo a cetinha com os dedos eu comecei a lamber ela gemia feito louca e ficava cada vez mais molhada.
Nessa altura a Tycinha se levanta e diz com um risinho na cara.
-Pô Karol o primo é meu e só você ta usando ele. – a Karol e riu e disse:
-Nem fala nada não você pegou a vara do guri e não largou mais.
A Tycinha limpou a boca, tirou a blusa estava sem sutiã me pegou pela cabeça e disse: –Dá meu primo aqui! – e me colocou no meio dos seios dela, ela disse pra eu mamar bem que ela ia tomar conta de mim, fiz o que ela pediu e mamei naquelas tetinhas que sempre via cobertas pelo ICQ, mamava bem devagar, pois sou louco por seios e aqueles eram de primeira, simplesmente perfeitos não tem outra palavra pra definir, lambia ao redor da bolachinha e depois deva uma mordiscada no mamilo, enquanto minha mão apertava a parte debaixo deles, balança eles pros lados, apertava e mamava, mas mamava muito até fechava os olhos e chupava com muita força o mamilo do seio esquerdo, enquanto isso a Karol passou por de trás da Tycinha e disse:
-Agora você vai ver o que a tia má faz.
Mordeu os lábios e começou a enfiar a mão dentro da calça da Tycinha e começou a sorrir, minha prima delirava, enquanto eu mamava a Karol batia uma siririca pra ela, eu comecei a apertar um seio contra o outro enfiei a cara e comecei a chupar o seio esquerdo bem forte, a minha prima começou a gemer.
-Ta doendo primo, para paraaaaa. – eu nem quis saber a Karol ria e começava a mexer mais rápido dentro da calça da Ty, ela gemia alto bem alto, eu troquei de teta e comecei a chupar a outra apertando os seios dela com tudo, ela se mexia gemia bem forte e gritava muitos palavrões, a Karol começou a mexer os dedos bem mais rápido e proporcionalmente a Tycinha gemia, até que a Karol que estava chupando o pescoço da Ty tira os dedos todos melados e falou:
-Gozou!
Tycinha abriu o maior sorriso, me segurou pelos ombros e me deu um beijão.
-Querido. – sussurrou.
Após isso se ajoelhou, nisso Karol veio do meu lado e me agarro, começamos a nos beijar, com uma mão segurava sua cintura e a outra tava agarrando a bunda com os dedos bem lá no meio do rego, a Tycinha pegou os peitos colocou o meu pau no meio e começou a fazer uma puta de uma espanhola gostosa, ela sabia que eu gostava porque já tinha comentado em uns papos safados que rolaram uns dias antes, ela apertava com muita força os seios e começou, eu deitei e a Karol deitou ao meu lado e eu continuei a enfiar meus dedo lá dentro dela enquanto beijava , e a Ty na sua espanhola divina, mexia rápido, parava lambia chupava e voltava a mexer rápido, tava pirando, comecei a chupar as tetas da Karol, os biquinhos eram bem durinhos, mais que os da Tycinha eu lambia eles um de cada vez, até que ela jogou os peitos sobre minha cabeça levantando um pouco e disse pra eu mamar direitinho, eu fazia enquanto acariciava o grelinho dela com meu indicador e meu polegar, a Ty continuou mexendo as tetas no meu pau e dizendo:
-Sempre quis o seu pauzão, mas nunca pensei que ele era tão gostoso. Nisso a Karol diz:”AHH também quero provar”, a Ty largou meu pau e coloquei o que restava do meu corpo sobre a cama a Karol se virou e começamos a fazer um 69 gostoso, ela enfiou meu pau sem cerimônia na boca, e eu comecei a abrir aquela cetinha gostosa com os dedos e lamber todo seu mel, eu sentia a minha bengala batendo com força na bochecha da Karol e sentia um friozinho quando o piercing que ela tinha na língua encostava na cabecinha , nisso percebo minhas bolas sendo lambidas, era a Tycinha que estava lambendo meu saco e beijando a boca da Karol , a Ty balançava meu saco com as mãos , enquanto Karol chupava meu pau e ficava tirando e colocando ele quase todo na boca, eu não agüentava mais soltei um gemido e gozei com tudo dentro da boca da Karol, que segurou tudo na boca, vendo isto a Tycinha foi e deu uma lambida no meu pau que ainda tava soltando goza e depois começou a beijar a Karol, eu delirava vendo as duas dando um puta beijo de língua e vendo aquela porra branca que eu soltei passear nas bocas das duas, ela engoliram tudo, quando a Karol disse:
- Todo mundo gozou menos eu. – e fez um biquinho eu disse para ela se acalmar pois só estávamos começando, deitei com a barriga pra cima e pedi pra ela apoiar o joelhos dos lados da minha cabeça de forma que a cetinha dela ficasse bem em cima da minha boca, eu comecei a meter e tirar a língua bem rápido dentro da cetinha dela e Ty ficou de frente pra ela e começou a beijá-la segurando ela pela nuca e acariciando o grelo dela com a outra mão, eu beijava e chupava entre meus lábios com força aquela xana e às vezes recebia umas dedadas na boca por causa da Tycinha, minha prima diz pra eu endurecer logo o pau de novo por que ela queria sentir ele dentro dela e a Karol gemendo de prazer disse que também queria.
Eu chupava a Karol descontroladamente, ela gemia, gemia me chamando de tesão e ficava cada vez mais molhadinha, eu tava com a cara toda melada daquele salzinho gostoso, enfiava o dedo lá dentro enquanto a Tycinha roçava o grelo dela com dois dedos bem rápido, meu pau já tava latejando com a cabecinha bem vermelha, pedi pra Karol sai de cima de mim e se sentar com as pernas bem abertas na cama, pedi pra Tycinha ficar chupando a cetinha de Karol deixando a bundinha virada pra fora da cama, assim ela fez, assim me ajoelhei ficando de frente ao rabo da Tycinha abri um pouquinho com os dedos e comecei a chupar a bucetinha da minha priminha gostosa que sempre quis traçar, ela era apertadinha apesar da Ty ser safada , era bem rosada e estava bem molhada e cheirosa.
Eu lambia bem devagar a minha querida prima, finalmente estava provando aquela cetinha, ela gemia bem gostoso enquanto eu alisava as coxas dela e minha língua passeava nos seus grandes lábios, e ela muito safada também não parava de lamber a boceta da Karolzinha que quando eu olhei estava alisando o cabelo dela; eu comecei a morder de leve a bunda da minha prima e ela dizia:
-Morde, morde meu primo safadão. – eu fazia isso enquanto um dos meus dedos estava enfiado na boceta dela e outro estava roçando se grelinho, ela pediu pra eu parar de torturar ela e enfiar logo a minha rola dentro dela, eu perguntei se não teria problema, pois estava sem camisinha, ela disse que podia, porque apesar de transar com o namorado (e com outros) além de tomar remédios ela sempre exigia que o cara usasse camisinha, até pro boquete, tinha um medo da porra de engravidar eu fiquei de pé e fui segurando a cintura dela e ela disse:
- Eu só meto com camisinha, mas como você é meu priminho querido eu vou deixar só você me meter sem.
Apertei bem a cintura dela e com a outra mão fui encaixando a minha rola dentro daquela boceta quente, minha priminha ia soltando gemidinhos enquanto eu entrava com a minha pica, nisso a Karol começou a forçar a cabeça da Tycinha na boceta dela dizendo ”me chupa safada”, eu tava delirando quando comecei a meter, bem forte não fiz muita cerimônia enquanto a Karol gemia por estar sendo chupada pela Ty, estávamos todos suados e gozados os três gemendo que nem loucos de prazer, eu colocava e tirava minha rola bem rápido, ela revezava entre lamber a Karol e me pedir mais, eu sentia aquela boceta quente apertar toda a minha rola, às vezes minha prima pedia pra eu deixar o pau parado pra ela rebolar e isso me deixava louco, eu segurava a bunda dela enquanto ela mexia bem gostoso, eu olhava para o belo corpo da Karol sentado ali todo molhado e com aquela cara de safada me dava cada vez mais tesão,a Ty estava insaciável pedindo a minha rola e eu não me negava em dar pra ela, metia intensamente com toda a força mesmo e o mais rápido que podia, só ouvia os “ploc, ploc, ploc, ploc” que meu corpo fazia quando batia contra o dela, fiquei uns 10 min. assim, já estava cansando quando do nada a Karol solta o maior grito dizendo:
-GOZZZZEI!!! – nossa ela tinha gozado só com a língua da Ty, ela se levantou e ficou chupando meu peito (é serio) e dando tapas na bunda da Tycinha,que agora gemia mais alto e acariciava os biquinhos dos peitos enquanto eu metia nela, eu metia com tudo, “rum, ruuum, rummmmm” era só que se ouvia de mim, Ty gemia cada vez mais alto , isso me enlouquecia, ela me chamava de primão, safado de um monte de coisas, mordia os lábios, passava a língua isso tava me pirando, deitei ela e virei ela de frente pra mim, abri as pernas delas e fiquei segurando uma por debaixo da coxa enquanto apertava o seio esquerdo dela com a outra, a Karol enquanto eu dava violentas estocadas na Tycinha agarrava meu pescoço e começava a me beijar, de frente eu metia com bem mais força na Tycinha que não parava de fazer umas caras safadas enquanto eu metia, não queria saber mais nada, tava metendo feito um louco, a Karol se sentou na cama e começou a chupar a outra teta da Tycinha e roçar o dedo no grelinho dela, tava muito bom, eu sentia a boceta dela cada vez mais encharcada e vi o melzinho subindo nos dedos da Karol, eu larguei do seio dela agarrei outra coxa dela e levantei também e metia olhando pra cima, não sabia mais o que fazer estava no mais rápido que podia, até que então eu sinto meu pau bem mais molhado e a Tycinha diz que tinha gozado, ela tava ofegante e sorria do nada tirei meu pau todo melado e sentei na cama, tava cansado, ela disse:
-cansou safado? – eu disse que tava foda, que ela era uma prima muito foda ela disse:
-Me deixa respirar agora.- nisso a Karol vem agarra meu pau todo melado com tudo e começa a chupar bem rápido, eu não estava mais agüentando e em poucos minutos gozei muito dentro da boca dela, minha goza escorria pela boca dela, gozei muito, ela lambia dizendo:
-Muito bom o gosto dos dois misturados. -ficamos deitados na cama eu e a Tycinha, e a Karol sentada no chão, depois de um tempo ela disse senta ali, apontando para um puff verde no canto do quarto, eu sei entender fui e sentei, nisso ela se levanta e começa a beijar a Tycinha e minha prima aceitando a caricia começa a fazer carinhos na cabeça da Karol, eu já tava ficando todo excitado de novo quando as duas ficaram uma de frente pra outra se beijando e com os seios de uma amassando o da outra, meu pau foi a mil, nisso a Karol veio e começou a me beijar enquanto tocava uma punheta pra mim,ela inclinou meu corpo pra trás e segurou meu pau encaixando ele na bocetinha dela e começou a cavalgar ela disse que assim era muito ruim porque o puff era baixo e me puxou pra cama, a Tycinha se levantou e eu me deitei, olhando pela janela vi que o dia tava quase amanhecendo, a Karol sentou em mim e disse:
-Achou que ia embora sem me fazer gozar? – e começou a fazer movimentos bem lentos pra cima e pra baixo, a Ty sentou no puff e ficou só olhando, a Karol começou a aumentar os movimentos enquanto eu alisava as belas coxas dela, não só alisava como apertava também, ela colocava a mão nos seios e apertava, me deixando mais excitado, gemia baixinho e cada vez mais aumentava a velocidade, eu não queria nem saber estava só ali deitado de boa vendo aquela gata gostosa pra caralho se acabar no meu pau, ela parou e deu uma bela de uma rebolada com meu pau dentro dela que eu pensei que ela ia arrancar ele fora, e ela deu outra e outra , eu estava quase pirando, a Ty falava:
-Maltrata ele Karol!
Ela começou a levantar bem devagar e descer com tudo, levantava e descia, quase esmagando minhas bolas de vez, nisso ela começou a rebolar novamente, só que mais rápido e várias vezes, ela inclinou o corpo para trás apoiando as mãos nas minhas pernas e começou a mexer com meu pau dentro dela, logo se via que ela era bem mais experiente no lance que a Ty, ela voltou o corpo na posição que estava antes sentada retinha em cima do meu pau pegou minhas mãos colocou nos peitões dela e começou a cavalgar pra cima e pra baixo.
-Não para de apertar meus biquinhos senão eu paro. – ela disse, e começou a cavalgar em mim cada vez mais forte e rápido, ela levantou uma das mãos como se fosse um peão de rodeio e com a outra acariciava a própria cetinha, ia gemendo cada vez mais alto, até que começou a gritar feito uma louca, ela mexia muito, muito safada aquela filha da mãe, cavalgava e siriricava bem rápido, eu só me concentrava pra não gozar rápido porque estava muito bom, eu mexia com os biquinhos dela entre meus dedos apertando com força às vezes ela colocava as mãos dela sobre as minhas e apertava mais, ela saiu de cima de mim e começou a bater uma punheta bem forte a ponto de eu pedir calma pra ela começou a me chupar e fizemos um 69 de lado, ela lábia toda a cabeça do meu pau e pedia pra eu chupar com força e eu obedecia sem pensar, ela tava bem molhada, eu fui sentindo o corpo dela ficar cada vez mais mole e as chupadas dela mais fracas, quando do nada ela espirra um jatinho daquele mel salgadinho que mela minha cara toda, eu virei e comecei a chupar os peitos dela bem forte e enfiando meu dedo do meio na buceta dela, ela tremia como se estivesse tomando um choque e gemia e eu percebi outro jatinho melando minha mão ela me agarrou me beijou passando a língua dela pelo meu rosto depois e dizia ”delicia”.
Eu saí de cima dela e sentei na cama segurando meu pau ainda duro, olhei pra Ty e disse:
-Não comi um rabinho hoje prima. – a Ty olhou pra mim com uma cara meio de quem não tava afim , mas ai a Karol disse:
-Pode comer o meu lindinho, a Ty não gosta muito disso. – eu pedi pra ela levantar e a deixei de quatro apoiada com as mãos na mesinha que ela usa pra se maquiar, ela me deu um creme hidratante de morango que ela usava e eu passei no meu pau todo e depois na portinha do cú dela, a Ty ficou sentada na cama só olhando, eu fui enfiando bem devagar no cuzinho da Karol ,tive que forçar bem meu pau que já tava dolorido pra entrar naquele cú apertado, eu mal tinha entrado e a Karol já começou a gemer, mas eu não parei fui entrando sem querer saber, ela disse pra eu ia divagar porque era primeira vez que ela dava o rabo, eu fui forçando bem devagar e cada vez q eu avançava um pouco ela gemia mais, consegui entrar com meu pau todo no cú dela e pedi pra ela rebolar e a safada fez sorrindo ainda, disse que tava gostando.
Pronto comecei a judiar do cú dela fazendo um pra frente e pra trás bem gostoso, ela gemia, gritava, pedia socorro a Ty que disse que não queria nem saber, fiquei uns 10 minutos fudendo aquele cú gostoso quando ela me implorou pra tirar porque não agüentava mais, eu tirei e voltei pra minha prima, dei outra mamada nos seios dela e pedi uma espanhola pra Karol enquanto fazia isso, ela fez, bem gostoso enquanto eu lambia chupava e mordia os seios da Tycinha, eu senti que ia gozar quando disse pra ela se preparar, nisso a Ty se ajoelhou junto com ela e as duas começarão a bater juntas um punheta foda pra mim, tava muito bom eu não agüentei e gozei o resto de porra que ainda tinha no saco, a Ty roubou tudo e engoliu e nisso a Karol começou a lamber a cabeça do meu pau pra tirar o restinho, eu tava acabado nunca tinha tido uma foda tão gostosa até aquele dia, isso já era umas 6 da manhã, eu fiquei conversando sobre a noite com elas e elas também disseram que nunca tinham fodido juntas com um cara e que esse ia ser um privilégio só meu, depois disso tomei um banho rápido no banheiro da Karol enquanto a Tycinha se limpava no banheiro de baixo, após isso pois a Karol disse que por volta de umas sete horas o irmão dela costumava chegar e ela tinha que dar um jeito na bagunça, se despedimos dela e eu e a Ty fomos abraçadinhos pra casa, chegando lá meus tios ainda estavam dormindo e fui fazer o mesmo, dormi o dia todo esse dia, só acordei de noite e meu tio veio me perguntar se a festa tinha sido boa, se ele soubesse o que eu e a filha dele aprontamos.
Bom isso aconteceu mais ou menos no dia 20 de dezembro, eu fiquei lá até o meio de janeiro então tem muito mais coisas pra contar, m breve pra quem gostou eu venho escrever a segunda parte as minhas férias na casa da Tycinha.

Em uma tarde de estudos

Olá a todos, vamos a mais uma de minhas histórias.
O que vou relatar agora aconteceu quando eu estava no terceiro ano do ensino médio, lembro que foi bem no fim do ano, estava em uma das mesas do pátio estudando com um amigo meu chamado Fábio para o vestibular, quando uma amiga do segundo ano me pediu ajuda para estudar, seu nome era Jéssica, carinhosamente chamada de Jessy, lembro que estava ruiva na época, mas na verdade a cor original dos seus cabelos era loiro e iam até a altura dos ombros, 1.65 mais ou menos e bem gostosinha, peitos grandinhos e uma cinturinha larga.
-Então, bem que você poderia me ajudar com a matemática né? Claro se isso não for te atrapalhar.
-Claro, o que você não me pede rindo que eu não faço chorando.
-Que fofo, te espero em casa às 15h no sábado, tudo bom? É a hora que eu chego do inglês tudo bem?
-Tá ótimo.
-Pô Fábio, você pode ir também, soube que você é muito bom em matemática.
-Muito obrigado por chamar de nerd, mas vou sim.
Era normal essa integração de todas as turmas de todos os anos na minha antiga escola, a diretoria incentivava muito isso, e eu adorava, sempre era bom conhecer as ninfetas dos anos que antecipavam o meu, enfim o sábado a tarde chegou.
O Fábio passou em casa umas 3 da tarde e fomos juntos até a casa da Jessy.
-Vamos lá ajudar a mulinha.
-Deixa de ser FDP meu.
O Fábio era meio sacana na hora de tratar gente que ele julgava menos inteligente, chegamos na casa da Jessy umas 15h20min, e ela não demorou muito para nos recepcionar com dois beijinhos no rosto de cada.
-Que bom que você vieram, atrasados, mas vieram.
A mãe dela veio logo atrás e nos cumprimentou também,
-Estou de saída agora, Jessy tem bolo no fogão e refrigerante na geladeira pro caso de sentirem fome.
Eu já conhecia a mãe dela, não era a primeira vez que eu ia lá, a Jessy sempre pedia ajuda em alguma coisa e a mãe dela já estava acostumada comigo e não ia ser a primeira vez que eu ia ficar lá sem ela estar em casa.
A Jessy saiu correndo nas escadas em direção ao seu quarto, estava com uma camisetinha cinza e um short jeans, e nós dois fomos logo atrás.
Chegando no quarto dela vimos outra pessoa sentada na cama.
-Oie meninos, tudo bem?
Era a Bruna, amiga de classe da Jessy, já a conhecia também, era uma graça, morena de pele clara barriguinha retinha, seios médios um pouco menores que os da Jessy e bem redondinhos, estava com uma camisetinha verde e com um desses shorts de ginástica.
-Espero que não tenha problema, ela também está no fio da navalha em matemática, por isso a convidei também.
-Sem problema, quanto mais gente melhor.
E assim seguiu à tarde, nós quatro entre equações algébricas, variáveis e papos de adolescentes.
Já havia se passado um tempo desde o começo dos estudos, estávamos comendo bolo e conversando quando a Bruna disse:
-Já não agüento mais, já absorvi bastante coisa mas já não entra mais nada.
E eu:
- Se vocês quiserem a gente para um pouco e começa a se pegar pra relaxar um pouco.
Todos riram e então a Jessy diz:
-A proposta é mesmo tentadora, mas que tal um verdade ou desafio?
O Fábio respondeu:
- Claro vamos mostrar todos os nossos podres.
A Jessy respondeu sorrindo:
Ah claro, mas só pode ficar entre nós senão já viu a pilantragem né? E se for desafio não pode dizer não hein.
Todos concordaram então a Jessy desceu e logo voltou com uma garrafa de água mineral e as coisas naquela tarde estavam começando a ficar mais interessantes.
Todos rodavam a garrafa e faziam perguntas indiscretas um para o outro, mas ninguém ousava pedir desafio no jogo, mas isso foi por pouco tempo até que a Jessy girou a garrafa que parou no Fábio que após escolher verdade teve que encarar uma pergunta bem indiscreta da Jessy:
- Você transaria agora com a Bruna?
Ficamos todos em choque com a pergunta, e pela cara que a Jessy fez deu pra ver que ela perguntou com o intuito de tumultuar mesmo, porém sem o menor constrangimento o Fábio respondeu:
-Claro agora mesmo, só ela querer.
Agora a pobre Bru que ficou constrangida e como o castigo vem a cavalo após rodar a garrafa foi a vez de o Fábio perguntar a Jessy se ela transaria comigo, e ela bem tímida disse:
- Sim
A brincadeira continuou mais calma depois dessas duas rodadas , até que novamente foi a vez do Fábio rodar a garrafa e novamente perguntar para a Jessy com certa malícia no olhar de quem estava prestes a sacanear:
-Verdade ou desafio.
E pela primeira vez na tarde ouvimos:
-DESAFIO.
Fez-se um silêncio no quarto e o Fábio lançou.
-Já que foi dito que tudo morreria aqui e que todos os desafios tem que ser cumpridos, eu te desafio a dar um beijo na cabeça do pau dele, disso isso apontando pra mim.
Todo mundo fez cara de bobo quando ela disse:
-Tá bem.
Estávamos os quatro sentados no chão, ela muito vermelha veio até a minha direção e disse:
-Abre vai.
Nem pensei duas vezes, abri o botão e o zíper da calça e botei meu pau pra fora que já estava naturalmente duro, a Bru ficou vermelha ao ver a cena e o safado do Fábio só olhava pra mim sorrindo.
A Jessy se abaixou, pegou meu pau na base e deu um selinho discreto na cabecinha e voltou pro seu lugar em silêncio dizendo:
- Vamos ter um jogo mais interessante agora? Só desafios, o que acham?
Eu aceitei logo de cara, o Fábio fez que sim com a cabeça e a Bruna que eu achei que ia sair dali correndo também concordou, então a sacanagem estava solta.
A Jessy rodou a garrafa que dessa vez parou em mim, e ela nem demorou pra me desafiar.
Te desafio a dar uma lambida nos peitos da Bruna, se eles não ficarem durinhos vai ter que beijar o Fábio na boca.
Com firmeza no olhar e morrendo de medo eu disse:
-ACEITO!!
Estava sentado do lado da Bruna, olhei na cara dela e vi que estava meio receosa, mas ela mesmo levantou sua camisa deixando seu sutiã a mostra com os peitinhos dentro, segurei o direito e antes de tudo dei umas apertadinhas, coisa que deixou ela ainda mais vermelha, com minha outra mão abaixei o bojo do sutiã e delicadamente fiquei pra cima e pra baixo com a ponta da minha língua no biquinho dela.
-Relaxa linda, não vou te machucar.
- Ainnnnn, ela soltou um gemidinho tímido.
Após já ter deixado o mamilo dela bem babado dei umas chupadinhas de leve e ele ficou bem durinho apontando pra frente.
-Me mostra o outro.
Ela abaixou o bojo do outro sutiã mostrando a tetinha bem durinha com o mamilo ereto.
-Passei no teste?
-Deu sorte rss, respondeu a Jessy.
A Bruna logo se cobriu e agora era a minha vez de rodar a garrafa que caiu no Fábio, e eu não podia ficar sem retribuir o favor ao meu brother.
-Te desafio a dar uma chupadinha na cetinha da Bruna.
Nisso ela reclama:
-Você desafia ele e eu que me ferro?
Todos rimos e a Jessy diz:
-Relaxa amiga o que é deles tá guardado.
O Fábio deitou do lado da Bru e disse:
- É o jogo linda.
Já meio sem vergonha a Bru se sentou na cama e abaixou o short, deixando sua calcinha branca a mostra, o Fábio foi bem lentamente abaixando a calcinha dela mostrando aquela bela cetinha de pêlos ralinhos pra fora e já saiu metendo a língua.
-vai devagg, arrr devagar.
Meu pau começou a latejar e minha mão direita a massagear uma das coxas da Jessy que estava do meu lado observando atentamente a cena.
Dava pra ver o Fábio metendo a língua dentro da cetinha da Bru, depois ele chupava ela fechadinha e cuspia sobre o grelinho dela, ela por sua vez já estava esparramada na cama toda ofegante.
A Jessy começou a bater palmas e disse:
-Chega, Bru gira a garrafa.
O Fábio limpando a boca voltou pro seu lugar e a Bru fez o mesmo após subir as roupas.
-Se fosse você já as deixava abaixadas. Eu disse.
Ela me respondeu mostrando a língua.
Ela rodou a garrafa, que parou na Jessy.
- Te desafio a fazer um boquete pro Fábio.
A Jessy se esticou, ela já estava de frente pro Fábio, ele já pôs a benga pra fora e a Jessy se pôs a chupar com certa voracidade, mexia bem a cabeça pra cima e pra baixo, parava pra respirar e depois mandava bala novamente, sugava só a cabecinha e se despediu dando um beijinho nela, e o Fábio se segurando pra não gozar deitado e com o pau durão.
- Guarda essa coisa feia. Eu disse.
Foi a vez dela rodar a garrafa e mais uma vez o alvo foi a Bruna.
-Eu te desafio a dar vinte quicadas no pau dele, olhando pra mim.
A Bru dessa vez nem reclamou, já estava na onda da brincadeira e foi tirando o short e abaixando a calcinha, eu já estava sentado na cama com a pica pra fora e falando:
-Senta aqui.
Ela veio e agarrei a cintura dela e a encaixei em mim devagar, sentia a cetinha quente dela ir engolindo todo meu pau e fui conduzindo os movimentos devagar.
-1,2,3,4
Eu fazia subir e descer bem devagar e minhas mãos já tinham subido para os seios dela, era começou a gemer mais livremente e a quicar mais rápido.
-UHhhNmm ahhhhhhhhhhhh.
A cetinha dela estava muito gostosa e eu já estava lambendo suas costas enquanto ela estava quicando em mim.
-Ai, já deu era só vinte vezes, não até gozar. E mais uma vez a Jessy cortou o barato.
Nos recompomos e voltamos pro chão e a Bru rodou a garrafa que caiu em mim.
-Te desafio a mamar 5 minutos os peitos da Jessy.
Ela ouvindo isso já dobrou a camiseta até em cima dos seios, tirou seu sutiã preto e cruzou os braços fazendo com que seus seios ficassem juntos e mais convidativos, coloquei as mãos nos seus ombros e abaixei a cabeça pra começar sugando o esquerdo, ela permaneceu na mesma posição e suspirando muito, eu lambia toda a aureola do seio mesclando com chupoezinhos com o mamilo entre meus dentes, fui no direito e comecei a mamar com um bebê e depois a ficar lambendo com a um sorvete.
-Já deu o tempo, disse o Fábio acabando com minha deliciosa brincadeira, voltei pro meu lugar e a Jessy nem se incomodou de por o sutiã novamente, apenas abaixou a camiseta, e foi minha vez de rodar a garrafa e minha vítima era a Bruna.
- Eu te desafio a fazer um 69 aqui no meio com a Jessy.
A Jessy olhou pra mim boquiaberta com aquela cara de “Ahh seu safado ta fodido depois” e eu simplesmente ri.
- A Bru embaixo e a Jessy em cima. Disse o Fábio.
As duas tiraram seus shorts, abaixaram suas calcinhas e ficaram na posição, deu pra ver a cetinha da Jessy , também com pêlinhos ralos e bem rosadinha, ela ficou sobre a Bru que demorou pra ficar a vontade na posição, o Fábio puxou seu celular e começou a gravar a cena.
-Que isso??!Pode parar! Esbravejou a Bruna.
-Relaxa, deixa, ele vai ver só. Disse a Jessy.
A Bru ficou quietinha mas logo a Jessy começou a beijar sua xoxotinha timidamente, a Bru se agarrou nas coxas da Jessy e também começou a passar sua lingüinha na cetinha dela.
A Jessy começou a mandar ver com a língua na Bru que estava curtindo muito a ponto de virar os olhos e nem se focou em chupar a Jessy.
-Vamos Bru, você também, senão não vale.
Após a chamada que eu dei ela começou a beijar os lábios de baixo da Jessy de forma bem tímida, mas a cena era linda e o Fábio estava gravando tudo, A Jessy se focou em Ficar sugando o Grelinho da Bru o que cuminou em um jatinho de mel na cara dela, coisa que fez a gente rir muito.
-kkkkkkkkkkkkkk
A Bru ficou meio constrangida de ter gozado na cara da Jessy que por sua vez lambeu tudo e disse:
-Tá bom né?
As duas ficaram sentadas sem pegar os shorts de volta e a Jessy se preparou.
-Se cair em um deles dois, haha nem digo nada.
E ela rodou a garrafa.
A garrafa ia parando lentamente, e pelo que tudo indicava iria apontar para o Fábio, temendo o que a Jessy teria em mente após eu ter feito chupar a Bru eu peguei a garrafa antes dela parar e disse enquanto me aproximava dela:
-Meninas, acho que essa garrafa se tornou desnecessária, estamos em um clima tão bom aqui, porque simplesmente não curtimos?
-Ah não, nossa vingança, quer parar agora? Disse a Bru
-Quanto ódio no coração, a gente pode curtir bem mais de outra maneira, né Jessy. Fui dizendo isso enquanto passava meu braço por trás da Jessy e agarrava sua cintura.
Ela olhou pra mim com um sorriso e disse:
-Cínico safado, como seria essa maneira?
Segurei seu queixo e a beijei calmamente curtindo bem sua boca macia.
-Desse jeito, não está bom?
- Não eu quero mais. Ela disse enquanto enroscava seus braços ao redor do meu pescoço e entrelaçava sua língua molhada com a minha com mais intensidade, enquanto isso o Fábio já sem camisa se levantou e levou junto consigo a Bruna pra cama.
-Concordo com essa sua nova idéia Mad. Disse ele.
-Os 4 juntos curtindo bastante.
Ficamos os 4 sentados na cama, eu beijando e apalpando a Jessy enquanto o Fábio sugava bem devagar o pescoço da Bruna que estava bastante vermelha e suspirando bastante.
O Fábio tirou devagar a camiseta da Bru e voltou a chupar bem devagar seus seios, já eu ainda estava preso num beijo intenso com a Jéssica e nem pensava em parar, minhas mãos passeavam pelas suas coxas nuas, nossos lábios e línguas molhados melavam nossas faces enquanto a mão dela fazia força pressionando meu pau, ela ficou de joelhos diante de mim, abriu minha calça e disse:
-Agora vou fazer por vontade própria. E após um sorriso maroto começou a passar a língua bem devagar no boquinha do meu pau que já estava babando, ao olhar pro lado e ver a dedicação que meu amigo estava dando o seio esquerdo da Bruna não podia deixar o direito ali abandonado, recostei minha cabeça no seu colo e ela logo tratou de por suas mãos sobre meus cabelos e comecei esticando aquele mamilinho com os dentes.
-Ainn, assim você machuca.
E com minha mão passeando em suas coxas comecei a sugar aquelas tetas macias e durinhas enquanto a Jessy segurava meu pau com firmeza e chupava com força .
-Ahhhhh, delicia, seus safadinhos. A Bruna estava em êxtase, o Fábio segurava a base do seu seio esquerdo enquanto o sugava com força e eu ao mesmo tempo lambia e mordiscava o direito enquanto meu indicador acariciava seu grelinho as vezes raspando sobre seus pelinhos ralos. Nossos corpos já suavam apesar do ar-condicionado, sentia a boca da Jessy mais molhada encharcando meu pau, que agora ia e voltava até o fundo da sua boca, ela mexia com velocidade e as vezes o tirava da boca para tomar fôlego, mas brevemente voltava a fazer seu belo trabalho enrolando meu pau na sua língua quente e massageando bem minhas bolas. Após ver tanta dedicação da parte dela em me dar prazer decidi deixar ambos os seios da Bruna para o Fábio e levantei levando a Jessy comigo para uma poltrona que tinha encostada numa parede atrás da cama, sentei nela e ela muito prestativa voltou a ficar ao meus pés, dessa vez com a camisa dobrada em cima dos seios e agarrando meu pau numa espanhola bem gostosa, Meus outros dois amigos por sua vez aproveitando o espaço que ganharam na cama começaram a se masturbar um ao outro, meu pinto latejante estava preso entre os seios clarinhos e divinos da Jessy que os pressionava com força enquanto fazia movimentos firmes de pra cima/ pra baixo me olhando fixamente nos olhos, sem dúvida ela me dava mais tesão que a Bruna que agora recebi dois dedos do Fábiok entrando e saindo da sua xoxotinha.
Tá gostando gato? Me pergunta a Jessy enquanto mandava ver na espanhola.
Eu delirante mal pude responder que sim, comecei a acariciar os seios dela também o que fez ela virar os olhos e soltar um gemido bem gostoso quando comecei a brincar com seus mamilos
-Ahhhhhnnnnnnwww.
-Vem cá gata, vai meu presente pra você.
A coloquei de joelhos com as pernas afastadas na poltrona, com a bundinha virada pra mim, agora eu me ajoelhei diante daquela cetinha rosada e úmida e comecei a sugar bem devagar.
-Ainnn que delícia Mad.
- Você não viu nada gata.
Enquanto isso ouço atrás de mim uns gemidos nada tímidos da bruna que estava deitada de barriga pra cima e de pernas abertas , enquanto o Fábio diante dela socava sua rola sem dó.
-Tá mandando ver hein cara?
Ele nem respondeu, se focou em penetrar a Bruna enquanto uma de suas mãos ficava massageava os seios dela, voltei a me focar na cetinha da Jessy, cheirosa e molhadinha, ela ficou bem abertinha enquanto eu a sugava, seu mel era delicioso e eu esticava os lábios da sua cetinha com os dentes quando não estava com minha língua passeando por toda a cetinha dela que me presenteava ficando cada vez mais encharcadinha.
-Ohhhnw lambe tudo .
Eu sugava sem parar, ainda considero a bocetinha da Jessy uma das mais gostosas que já chupei até hoje e fiquei muito tempo a saboreando, depois comecei a introduzir dois dedinhos bem devagar enquanto chupava seu grelinho, agora ela mexia bem o corpo e gemia mais alto como se eletricidade a atravessasse, seu grelinho durinho estava adorando ser completamente envolta na minha língua enquanto meus dedos entravam e saiam da sua cetinha girando devagar, mas excitado ainda ficava ao ouvir a Bruna e o Fábio gemendo como se fossem morrer.
Me coloquei atrás da Jessy e tirei a calça de vez, segurei a base do meu pinto e fui encaixando devagar, ela simplesmente fechou os olhos e sorriu enquanto eu sentia meu órgão adentrar no dela, quentinha, nem me preocupei com camisinha naquela hora, até porque também não tinha, elas segurou firme no encosto da poltrona e eu coloquei meu pau por completo dentro da cetinha dela e pude sentir que a preenchia toda.
-Ai que delícia Jessy, não sabia que era tão gostosa
-Sou é? Mete em mim então
Segurei firme na cintura dela e comecei a castigar aquela bucetinha gostosa, ela gemia alto sem pudor nenhum me deixando cada vez mais excitado, estávamos lá quatro jovens em um quarto fudendo intensamente.
Minhas mãos foram passeando pelas costas da Jessy até encontrar sua camiseta e levantá-la ela levantou os braços e por um momento parei meus movimento para ajudá-la a tirar a camiseta. Nossos amigos agora se encontravam em um 69 bem gostoso e eu só escutava o Fábio soltar palavras como: “deliciosa” e tesuda.
Foder com a Jessy estava muito gostoso, minhas mãos passeavam por todo seu corpo enquanto minha rola entrava e saia num frenesi louco, ela gemia cada vez mais alto e sempre pedindo mais
-Fode , fode gostosinho, assim, assim.
-Ahhh tá bom assim deliciosa?
-Tá sim gato.
Estava penetrando nela com todas as minhas forças.
-Deixa eu ficar por cima agora Mad?
-Claro paixão.
Voltei a sentar na poltrona e ela a sentar em mim, agarrei sua bundinha com firmeza pra ajudar nos movimentos gostosos que ela fazia cavalgando no meu pau, seus seios bicudinhos se esfregavam deliciosamente no meu rosto , eu apertava cada vez mais sua bundinha e ela gemia cada vez mais alto com meu membro pulsante entrando com tudo na cetinha dela.
Cruzei com força meus braços na altura da cintura dela, assim ajudando a conduzir os movimentos da cavalgada com mais força, prendi minha boca no seu esquerdo dela, ela pirou de vez e logo senti meu pau se encharcar com aquele líquido divino que a bucetinha dela me deu.
-Gozei amor.
Eu não conseguia parar de fazer os movimentos, e ela ofegante gemia mais alto, também estava prestes a gozar e quando voltei a mim só tive tempo de dizer:
-Tá vindo gata.
A soltei e ela gentilmente se postou a colocar meu pau na boca e tocar uma punheta bem gostosa.
-AHHHHHHHHHHH
Jorrei meu esperma quentinho dentro da boca dela que por um momento parecia ter se engasgado, mas logo se pôs a lamber e a chupar tudo, era muito sexy a ver passando a língua entre os lábios pra tirar todo o gozo que eu jorrei.
-Vem gata.
A coloquei no meu colo e ficamos abraçadinhos e nos acariciando, só vendo o espetáculo na nossa frente, o Fábiok mandado ferro na Bru, só que agora de ladinho na cama.
Eu estava me deleitando com o espetáculo que acontecia diante de mim, a Bruna deitadinha na cama, se agarrando no lençol, enquanto o Fábio praticamente colado de ladinho, com uma das mãos no pescoço dela e a outra em uma das coxas socando com velocidade a rola na nossa amiguinha .
Ele não soltava uma palavra sequer, mas pela cara que fazia era óbvio que estava dominado pelo prazer. A Bru por sua vez fazia um rostinho de dor que logo era substituído por um sorriso maroto de quem estava adorando ter sua cetinha rosada castigada,
O Fábio virou a Bru de frente e se pôs sobre ela e abraçadinhos continuaram a foder, enquanto olhava atentamente a cena eu acariciava o cabelo da Jessy que estava sentada no meu colinho e também assistia sem piscar a cena, eu não conseguia parar de alisar seus seios e sempre beijava de leve um deles e com seios maravilhosos nas mãos e vendo meu amigo fodendo uma moreninha clara bem gostosa diante dos meus olhos meu pau não demorou a ficar animadinho mais uma vez.
-Que tal se a gente se juntar com eles hein Mad?
-Calma gata, essa é deles, ia ser uma puta sacanagem se meter agora.
A Bru estava deitada de barriga pra cima e com as pernas nos ombros do Fábio que agora se encontrava sentado diante dela, segurando-a atrás dos joelhos e socando intensamente.
- Ahhhhnww Vai Fábio, ta me deixando ahhhn louca gato
O Fábio estava vermelho e ofegante, mexendo seu corpo magro freneticamente, quando de repente tirou o pau de dentro da Bru e imediatamente jorrou seu leite sobre o busto e a barriga dela.
- Lambe safada lambe
-Quer obrigar a garota a lamber essa coisa nojenta? É mesmo um animal
-Vai se ferrar Mad, pelo que eu vi você gozou primeiro e a Jessy engoliu tudinho
-Claro, minha porra é boa. Todos rimos, nisso me levantei ainda abraçado com a Jessy e fui em direção a cama já com meu pau cheio de sangue até a cabeça novamente.
Agora senta ali e descansa que eu vou dar pra Bru um pau de verdade, a Jessy se jogou e lado na cama enquanto eu me ajoelhei diante da Bruna que ainda estava deitada de barriga pra cima e comecei a roçar a cabeça do meu pau na boca dela.
-Pega, pega rss.
Ela lambia com a ponta da língua e as vezes beijava, o Fábio sentou no chão, pegou seu celular e continuou a nos filmar enquanto se recuperava, já eu não queria perder tempo, virei a Bru de frente pro meu pau e meti o danado com tudo na boca dela, agarrei a Jessy e voltei a beijar-la e apertar seus seios macios enquanto isso.
Já devia ser meu 3º ou 4º boquete do dia, mas ficava cada vez mais gostoso, a boca da Bru era bem molhada, meu pau deslizava de forma bem gostosa dentro dela, ela deixava ele pra fora e passava a língua em toda a cabeça enquanto ele pulsava, a Jessy enquanto me beijava aproveitou e começou a me punhetar enquanto a Bruna ficava com a ponta da sua língua toda babada fazendo movimentos bem lentos no vãozinho da cabeça já roxa do meu pau.
-Deliciosas
Eu agarrei a Jessy com mais firmeza e lancei minha cabeça nos seus seios, ela me largou e mais uma vez cruzou os braços embaixo deles , ficaram bem estufadinhos e eu mamava cheio de tesão, sugava com força agora, mordia e brincava muito com os mamilos em minha língua, deitei e pedi para que as garotas escolhessem onde queriam ficar
-Uma no pau e uma na boca vai.
-A Jessy já te provou agora é minha vez.
A Bru segurou a base da minha rola e se encaixou rapidamente nela, já a Jessy sentou bem abertinha com sua xotinha na minha cara e eu não me demorei muito para começar a chupá-la.
-Ahhhh uhhhh Mad, cuidado com esse língua.
Segurava firme nas suas coxas enquanto minha língua passeava devagar dentro da sua cetinha que estava ardendo em chamas, já a Bru cavalgava bem devagar se apoiando no meu peito e o Fábio atento gravando tudo.
-Já estou indo participar também.
Girava bem devagar a língua na bocetinha quente da Jessy, o calor, o cheiro e o sabor que vinham dela só deixava meu pau mais duro, pau esse onde a Bruna estava a se deliciar enquanto acariciava os próprios seios.
-Madd, delícia
- Suga maiss.
Obedecia fielmente minhas senhoras, a cetinha da Jessy já me recompensava com um melzinho bem gostoso e a Bru sentava com cada vez mais força no meu pau, foi nessa hora que senti que algo inclinou o corpo da Jessy para trás, era o Fábio que tinha agarrado seus seios e estava por trás a beijando.
-Deixem eu entrar nessa também
-Claro. Respondi, meio puto por ele estragar aquele meu momento
-Vamos pro chão
Deitei no chão e posicionei um travesseiro na parede para que eu pudesse me escorar melhor, o Fábio fez o mesmo na minha frente de forma a ficarmos com os paus um virado pro outro.
-A Jessy vem no meu, exigi com um pouco de sentimento de posse.
Ela sorrindo veio e vagarosamente se encaixou de costas pra mim.
-Agora sou eu, disse a Bruna enquanto se encaixava da mesma forma na rola do Fábio.
Elas começaram a cavalgar devagar, uma de mão dada com a outra, eu alisava as costas da Jessy enquanto ela fazia seus movimentos bem lentos, a Bru mais atirada parou de cavalgar e ficou paradinha alisando o corpo da Jessy enquanto o pau do Fábio pulsava dentro dela.
-Seu corpo branquinho é tão bonito amiga e seus seios são tão perfeitinhos.
-AHHHHHWwwwwhnnnn jura?
As duas ficaram se elogiando enquanto curtiam nossos paus e acariciavam uma a outra.
Não demorou muito pra Bruna abocanhar um dos seios da Jessy que soltou um gemidinho alto de prazer.
-Acho que agora a brincadeira é entre elas em Mad.
-Mano, tá ótimo assim. Estava satisfeito em só ceder meu pau pra Jessy cavalgar enquanto beijava cheia de tesão a Bruna.
A Bruna se inclinou, agarrou meus calcanhares e começou a cavalgar intensamente no pau do Fábio.
-Não esqueci de você Mad lindo.
Disse a Jessy quando começou a rebolar bem devagar me levando a loucura, ainda na mesma posição mas agora em um ritmo mais lento a Bru começou a chupar a cetinha de Jessy e de quebra meu pau que estava junto, era delicioso sentir as texturas de uma boceta gostosa e molhada e uma língua gostosa e molhada .
-Por que não deixamos elas brincarem um pouco sozinhos Fábio?
- Por mim tudo bem.
Largos de nossas musas e ficamos só na punheta enquanto as duas ficaram sentadas diante de nós se beijando.
Suas línguas meladas se entrelaçando só me dava mais tesão por mais cansado que eu estivesse, ambas se acariciavam e se apertavam, As mãos da bruma apertavam a bundinha da Jessy que por sua vez sugava o pescocinho da Bru.
-Você é tão gostosa amiga.
As mãos da Bru agora estavam acariciando a cetinha da Jessy, dedilhando sem parar, ela chupava sua orelha e a Jessy ofegante gemia timidamente, a Jessy deitou a Bru no chão e agarrou cada seio em uma mão e se colocou a chupá-los para delírio da Bru e nosso também, eu estava muito firme na punheta me segurando pra não gozar e o Fábio com uma mão no pau e a outra no celular.
A mão da Bru continuava firme no grelo na Jessy que agora além de estar mamando também estava tocando uma siririca pra Bru, eu não agüentei ficar parado, pulei na direção delas e fiquei de pé com meu pau latejante na frente das duas.
-Se acabem girls.
Elas voltaram a se ajoelhar e a se beijar, só que agora entre a língua de cada uma delas estava a cabeça da minha rola, a Bru começou a fazer movimentos mais violentos na cetinha da Jessy, no que resultou em dois jatinhos de gozo saindo da cetinha da minha amiga, eu ia me oferecer para secá-la mas a Bru logo se jogou naquele mel maravilhoso fazendo a Jessy soltar um gemido bem alto quando a ponta da sua língua encontrou a o grelinho dela.
-AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH.
O Fábio também veio até nós e ofereceu seu pinto ereto, no qual a Bruna nem pensou, abocanhou com tudo, A Jessy após seu orgasmo pegou um pouco de ar e todos voltamos a brincadeira, as duas se chupando e nossos paus no meio.
Começamos a nos punhetar enquanto as duas se beijavam e o resultado foi um belo banho de porra nas duas, Jatos brancos e bem quentes daqueles que vem do fundo do saco mesmo, mas as duas saborearam tudo e ainda sugaram o restinhos dos nossos paus.
Após isso se lavamos e puxamos uns cigarros na varanda da casa da Jessy, arrumamos tudo e já era noite quando a mãe dela voltou, falei para elas darem um jeito de tomar algum anticoncepcional e elas concordaram, nos despedimos com sorrisos safados nos olhares mesmo estando diante da mãe da Jessy.

Seduzimos a amiga dela

Minha namorada Sandy é uma putinha que se orgulha disso. Deliciosa com seus longos cabelos e suas coxas roliças. Ser professora, sempre mexeu com minhas fantasias, pois não age como uma fora do colégio. Trabalha com crianças durante o dia e à noite quando estamos juntos é uma putinha muito sem vergonha que adora usar calcinha minúsculas e pensa em sacanagem o tempo todo.
Foi depois, ou durante, não lembro, uma foda deliciosa que ela contou que queria estar com outra mulher. Eu claro concordei, porque das vezes em que tive a chance de estar com duas mulheres ao mesmo tempo foi uma delícia. Meio envergonhada, algo não muito comum nela, me disse:
- Tenho uma amiga que é uma gracinha e adoraria pega-la algum dia.
- Eu conheço?
- Não, é uma colega da faculdade e nos encontramos outro dia em um congresso. Ela estava linda e fiquei cheia de tesão.
- Uai, chama ela pra comer uma pizza aqui em casa e deixa o resto comigo.
Ela me abraçou, puxando meu rosto e perguntou:
- Você não se importaria que eu transasse com outra mulher?
- De jeito nenhum.
- E outro homem? – provocou ela apertando minha pica com sua bucetinha.
- Depende. – respondi estocando-a enquanto a olhava nos olhos, e como não respondia – se eu estiver junto pode.
- Você deixaria eu chupar ele? – ela estava ficando mais excitada, mas eu queria voltar ao assunto da amiga.
- Deixaria fazer tudo, mas vamos ligar pra ela?
Sei lá porque, ela ligou pra amiga enquanto fodíamos. Foi excitante ve-la falar como se nada demais estivesse acontecendo. Falaram algumas amenidades, enquanto eu me divertia vendo-a se esforçar pra não gemer enquanto falava. Jogou o telefone na cama e disse:
- Pronto, tá combinado, agora acaba de me fuder que eu to louca pra gozar.
E foi assim que ela combinou com a Lúcia pra assistir um filme e comer uma pizza lá em casa. O filme era um tremendo problema. A pizza nenhum, mas o filme era complicado. Se eu escolhesse um de sacanagem, que Sandy adora, ficaria muito óbvio e assustaria a Lúcia, que Sandy apenas desconfiava que também gostava de meninas. Mas a locadora me deu ótimas opções de filmes sensuais clássicos ou não e saí de lá com 3 opções.
Marcamos lá em casa porque Sandy mora com os pais e seria muito complicado, pra não dizer impossível, qualquer coisa lá. Por outro lado ela passa a maior parte do tempo lá em casa mesmo e só não moramos juntos por conta do falso moralismo do pai, um safado de marca maior, mas isso é outra história.
Sandy estava nervosa, mas mandei que se acalmasse. Como isso não adiantava, fiz logo uma caipivodka pra ela e a deixei pensando sobre os filmes que eu pegara. Lúcia chegou pra lá de atrasada, mas como marcamos antes do fim da tarde, tínhamos tempo até pro atraso dela.
Beijinhos de recepção, conversinha boba e deixe-as na sala com isso enquanto fui tomar um banho. Sandy demorara no banho, provavelmente se masturbando com o que poderia acontecer e eu me atrasara também lá na locadora, mas agora estava tudo certo. Faltava a pizza e a foda.
Quando voltei pra sala, ela estavam fofocando e Sandy pediu que eu fizesse uma caiproska pra Lúcia, que tinha provado a dela e gostado.
- Com prazer. – respondi preocupado se as duas aguentariam a bebida.
Como precaução fiz um pouco mais fraquinha e depois que entreguei perguntei:
- Vamos ao filme!
- Já pediu a pizza lindinho? – Nem lembrara desse detalhe.
Entreguei os filmes pra elas escolherem e fui pro telefone. Encomendei uma gigante e mousse de sobremesa. Mulher adora um docinho. De volta à sala, elas estavam as gargalhadas com os filmes. Rejeitaram “O Amante de Lady Chantervaley” – o título era quase isso e também não curtiram o “Barbarella”. Como boas intelectuais, optaram pelo “Henry e June”, que era desde o início o meu favorito porque tem umas cenas entre duas mulheres que são de tirar o fôlego.
Filme no player, pizza a caminho nos acomodamos pra assistir. Agora acho que tenho que falar um pouco das duas. Sandy já descrevi acima, mas faltou o que ela vestira. Não era nada demais pra ela. Uma sainha, blusinha de malha baby look e uma sandália alta. Coisas que usa regularmente até em casa, exceção da sandália, já que em casa costuma andar descalça. Lúcia era um pouco que o oposto de Sandy. A começar pelos cabelos morenos e mais curtos, na altura dos ombros. Pele bronzeada sem chegar a ser morena. Corpinho aparentemente mais magrinho, mas eu estava enganado como descobri depois. Peitinhos razoáveis, mas um sorriso muito simpático. A roupa? Ela usava um vestidinho preto básico, um tanto formal pra um encontro informal na casa de amigos, mas talvez não soubesse o que esperar, como de fato não sabia mesmo. Sandália alta, o que não me surpreendia porque era do mesmo tamanho “compacto” de Sandy.
O filme começou e até por não estar escuro, diminuí as luzes da sala e deixei rolar. Sentei ao lado de Sandy que tirou as sandálias e sugeriu que Lúcia fizesse o mesmo pra ficar mais à vontade. Se acomodou no meu ombro e Lúcia ficou do outro lado do sofá com atenção na sua caipirinha. Elas estavam na segunda rodada e como não esperava que bebessem mais, dessa vez não aliviei.
A pizza chegou no comecinho do filme e comemos com os pratos no colo. Silêncio total durante o filme, apenas com alguns “Ohs” e “Ahs” nas cenas mais quentes.
A dúvida de Sandy era de como começar a pegação, mas eu disse para que deixasse comigo. Não que eu tivesse alguma grande idéia. Nada disso e muito pelo contrário. Eu não tinha a menor idéia, mas qualquer idéia que viesse na hora ia ser boa.
Fim do filme e elas resolveram comentar o dito cujo, como boas cinéfilas. Elas falavam e eu, fingindo não reparar, estava com uma das mãos sobre o seio de Sandy. Sabia que Lúcia ficaria olhando e Sandy estava gostando desses olhares. Foi quando me veio a idéia, aproveitando uma coisa que elas falaram.
- Mostra aquelas fotos que você fez pra ela.
Foram fotos que Sandy fez em um estúdio na Barra. Fotos sensuais sem nada de nudez, ou muito pouco. Ela ficou encabulada, ou pelo menos fingiu e disse:
- Sei não, bem.
- Ela vai gostar, ficaram ótimas.
- Que fotos são essas? – perguntou a Lúcia.
Sandy explicou e com a Lúcia querendo ve-las foi lá dentro busca-las. Fui pra cozinha trazer água que elas pediram e quando voltei elas estavam juntinhas vendo o album de fotos sensuais de Sandy. Eram fotos profissionais muito legais e que sempre me davam o maior tesão. Se eu sentia isso, a amiga, se gostasse de meninas um pouquinho, também sentiria.
- Nossa, você está um arraso! – falou Lúcia.
- E essa aqui? – perguntou Sandy mostrando outra.
- Sensacional.
As fotos iam ficando mais apimentadas e reparei que Lúcia parecia sentir um leve mal estar. Mal estar? Que nada. Ela estava ficando excitada. Sandy também percebeu e tratava de ficar com o corpo bem pertinho da amiguinha. Eu podia até dizer aqui que não sei como aconteceu, mas eu vi cada detalhe de como foi, mas ficaria meio besta contar isso aqui. Teve uma sedusão discretíssima até Sandy dar um beijo nos lábbios da Lúcia. Era hora de eu fazer qualquer coisa, menos ficar por perto. Saí de fininho e deixei as duas sozinhas. Fiquei olhando elas da cozinha e ouvi quando Lúcia falou:
- Que boca gostosa você tem Sandy. Mas porque fez isso?
- Porque deu vontade. Você está muito sensual.
Lúcia riu e perguntou por mim:
- Mas e o Edu? Ele não vai estranhar nós duas aqui assim?
O assim era porque Sandy virara pra ela e estava mexendo nos cabelos da amiga como um namorado, ou namorada faria. Depois Sandy me contou, mas eu conto agora pra vocês, que ela ficou com receio de ser sincera mas resolveu arriscar e disse:
- Ele deu a maior força quando eu falei que gostaria de estar com você, te dar uns beijos e umas coisinhas mais.
Esse “coisinhas mais” fez com que Lúcia esquecesse de mim, o que foi ótimo.
- Que coisinhas lindinha?
“Lindinha”? Lúcia já estava no papo e era só Sandy partir pra cima. Mas são mulheres e naquele momento a coisa ia mais devagar.
- Isso! – e Sandy deu um beijão em Lúcia de me tirr o fôlego, enquanto sua mão descia para entre as pernas da amiga.
Lúcia correspondeu e não fez gesto para tirar a mão.
- Vem aqui! – Sandy a levou pela mão para o quarto e Lúcia foi sem oferecer nenhuma resistência.
Eu esperei um pouco, doido pra pular em cima das duas mas ficando o mais na minha que podia. Nós já tínhamos preparado o quarto, fechando as cortinas e deixando o mais escuro possível, o que não quer dizer que ele estivesse totalmente escuro. Fui sem fazer barulho para a porta e pude ouvir Lúcia dizer pra Sandy:
- Mas e o Edu? Ele pode chegar logo.
Sandy a beijava enquanto passava sua mão pelo corpo dela e tirava o vestido. Muita coisa ao mesmo tempo. Uma habilidade incrível que ela teve em despir a amiga enquanto não parava de beija-la e acaricia-la. Sandy também tomava o cuidado de que Lúcia não virasse para a porta, onde poderia me ver ali em pé e quem sabe, estragar tudo. Mas eu tinha um plano B para esse caso. Felizmente não precisei. Ela estava muito envolvida pelos beijos da Sandy e em retribuir todo aquele carinho. Ela mesma tirou a roupa de Sandy que estava deitada na cama nessa hora e beijou a barriga da amiga ajoelhada na cama no meio das pernas dela.
Que cena gente. Que cena. As duas ñão estavam fudendo. Elas estavam namorando. Muito lindo de se ver. Meu pau era de outra opinião. Ele achava que eu devveria entrar no meio delas e fuder com as duas de uma vez. Mas não o ouço sempre. Afinal ele é um só e eu sabia que elas precisavam de mais tempo.
Sandy deitou Lúcia de costas, tirou-lhe a calcinha e começou a chupar sua buceta. Sandy é perfeita no que diz respeito a sexo oral. Não só fala muita sacanagem, como sabe quando e onde colocar a lingua e os lábios. Imagino o que isso refletiria em uma buceta. Lúcia se contorcia acariciando a cabeça de Sandy e agora sim elas fodiam. Era minha vez. Com Lúcia doida com a Sandy, meu único receio era de que ela não gostasse de meninos, portanto fui com calma. Tirei minha roupa em silêncio, ficando só de cueca e cheguei junto delas. Perto de Sandy. Fiz um carinho nas suas costas com minha lingua e ela deixou a mão na buceta de Lúcia e levantou-se só por um instante pra me dar um beijo. Lúcia percebeu o movimento e se contraiu de leve, mas estava muito excitada pra refugar. Sandy voltou à sua buceta e deitei ao seu lado acariciando seus cabelos, seu rosto. Acertei em cheio. Era mais uma das regiões erógenas dela. Não demorou pra nos beijarmos e muito menos pra ela procurar meu pau, que aí sim, tirei da cueca, ou melhor, tirei a cueca.
Eu queria só aproveitar aquela foda delas. Só observar já seria ótimo. Observar e ganhar uns beijinhos, melhor ainda. Observar, ganhar uns beijinhos e uma punheta era quase perfeito. Perfeito mesmo aconteceu depois. Mas isso tudo porque eu sabia que depois, à noite, Sandy estaria totalmente acesa e puta, quero dizer, pronta pra fuder muito.
Mas Lúcia tomou gosto da coisa. Pediu pra me chupar e claro, que fiz o possível. Depois ela quis chupar a Sandy, antes mesmo de gozar e aí eu pude provar da sua bucetinha. Encharcada, molhadíssima, deliciosa. A penumbra do quarto fazia com que não houvesse homem ou mulher ali, apenas pessoas se acariciando. Não sei quando eu acariciava a Lúcia ou a Sandy. Elas com certeza sabiam a deiferença entre eu e a outra, mas isso era um detalhe. Nossa convidada foi a primeira a gozar. Que mulher escansalosa. QUando a vi chegar em casa toda comportadinha, não imaginava que urrasse tanto na hora do gozo. Gozou pra caralho na boca da Sandy e já que falei dele, foi idéia da Sandy que eu metesse na Lúcia antes que ela terminasse o gozo.
Buceta deliciosa. Segurei suas pernas e meti. Sandy subiu para a boca e as duas se beijavam enquanto eu metia. Visão, mesmo na penumbra, deliciosa. Lúcia finamente relaxou o corpo. Eu contei uns 3 orgasmos, mas depois ela contou que perdera a conta.
Não ouvi direito quando Sandy falou no ouvido da Lúcia, mas podia ter uma idéia. Só que eu estava errado. Achei que iriam inverter posições, mas, e só depois eu soube, que Sandy disse que adorava dar o cuzinho pra mim e que queria que Lúcia visse bem de pertinho. Eu só soube quando Sandy veio pra mim, gata sedutora no cio e sem largar meu pau ficou de quatro na minha frente sobre a cama, me punhetando por trás. Lúcia apareceu do meu lado e disse que ela faria aquilo.
Aquilo? É, aquilo. Ela pegou meu pau e enquanto punhetava me deu um beijo. Nada demais, mas deu. Depois colocou meu pau na boca e pagou um boquetinho. “Inho” porque não se comparava ao de Sandy, mas um boquete é sempre um boquete, ainda mais quando é pra botar o pau numa bunda gostosa. Sandy passou o lubrificante pra nós e Lúcia passou no cuzinho da Sandy e, desnecessáriamente, no meu pau. Ficou com o rosto bem pertinho do meu pau e da bunda da Sandy enquanto eu metia e depois deitou ao lado dela e ficaram se beijando outra vez, enquanto eu lá atrás fazia todo o trabalho pesado.
Não podia esquecer de colocar a mão na buceta da Sandy, mas dessa vez eu tinha concorrência. Lúcia já estava fazendo isso. Sandy gozou e segurou meu pau com sua bunda, claramente um pedido pra que eu esperasse. Ela me tirou de dentro dela e virando pra Lúcia sugeriu:
- Vamos tomar um leitinho?
A safada da nossa convidada colocou a mão no meu pau e perguntou:
- Assim, direto da fonte?
Piadinha feminina. Elas riram e passaram a se dedicar a me punhetar, chupar, lamber, foi uma loucura. Eu tava doido com aquelas duas. Não sabia qual delas eu elogiava, segurava ou largava. Avisei que ia jorrar, quero dizer, gozar e elas abriram as boquinhas, como duas putinhas obedientes. Gozei pra cacete na cara delas. Era porra que não acabava mais e com cada uma de um lado da minha pica, me lambendo e se lambendo, quase caí da cama quando relaxei. O que foi estranho, mas igualmente bom é que elas não vieram ficar comigo. Ficaram entre si, uma lambia a porra no rosto da outra, se beijavam e por fim se abraçaram deitadas. Deitei atrás de Sandy e não tenho vergonha em dizer que dormi.
Quando acordei, no dia seguinte, eu tinha um café da manhã maravilhoso na minha mesa de jantar e duas gatas lindas, mesmo quando vestidas como naquele momento, me esperando pra um um gostoso café com leite, torrdas, geléia, mel, queijo…
Pequena discussão do casal. Sandy acha que eu não tenho nada que falar do cuzinho da Lúcia. Então vou concordar com ela, dessa vez e contar isso em outro conto.

Corrigindo as provas do colégio

O dia até tinha sido tranquilo, mas havia uma pilha de provas pra corrigir e resolvi adiantar a correção. O Edu iria pra academia e era melhor eu resolver logo aquilo ao invés de carregar um monte de papel e trabalho pra fazer em casa. Meus colegas foram saindo e fiquei sozinha na sala de professores. Tirei as sandálias, abri o fecho da calça jeans e mais à vontade comecei a correção. Mais ou menos meia hora depois, aquele professor gostosão, mas metido, apareceu na sala esbaforido:
- Deixei minha chave aqui.
Olhei em cima da mesa e havia um molho de chaves bem onde ele tinha sentado.
- São essas? – apontei com a caneta que estava usando.
- Essas mesmas. Ainda por aqui? Não quer levar trabalho pra casa?
- Claro que não. Temos coisa melhor pra fazer.
Ele puxou uma cadeira e sentou bem na minha frente. Pronto, ia começar a falar dele e das coisas que ele fazia, como sempre.
- Conta aí o que vocês fazem em casa.
Parecia brincadeira, mas era surpreendente. Era a primeira vez que o via disposto a ouvir. Ficou olhando pra mim e pensei que ele realmente não era de se jogar fora. Pena que se achasse o máximo.
- Eu e Edu gostamos de assistir filmes e de conversar.
- Esse Edu parece ser um cara legal. Pelo menos sortudo eu sei que é.
Ok, ele queria conversar e eu queria ver até onde ele iria.
- É mesmo? Porque você acha isso?
- Ora, pra segurar uma gatinha como você tem que ter sorte. – disse encostando na cadeira e me encarando.
- Você acha?
- Claro que eu te acho uma gatinha. Todos os professores daqui acham você a mais gata das teachers.
Lá começou ele com essa mania boba de misturar palavras em inglês.
- Quer dizer que houve uma eleição e ninguém me falou nada? – brinquei.
Ele se levantou, deu a volta na mesa e chegando bem perto de mim, abaixou-se apoiando a mão no encosto da minha cadeira e falou:
- Vai dizer que você usa essas calças apertadinhas e essas sandálias altas pra que? Você sabe que olhamos pra você e gosta muito disso.
Ele estava sendo petulante.
- Eu uso o que uso em qualquer lugar, por sinal aqui eu uso o que menos chama a atenção.
Ele riu, um sorriso safado e emendou:
- Então eu quero ver o que você usa que chama a atenção.
- Meu querido – afastei a cadeira de propósito pra tira-lo dali – isso não é pra qualquer um não.
E me levantei pra pegar um copo d’água no bebedouro. Quando me virei ele estava me encarando.
- Você fica uma gracinha assim!
Foi quando percebi que estava descalça e com a calça um pouco aberta. Segurei o copo na boca e fechei a calça.
- Não precisa fechar, mas mesmo assim você continua uma gatinha. Vem cá.
Ele falou de um jeito quase carinhoso, mas foi uma ordem. Eu me aproximei sem saber o que ele ia fazer e ele segurou minha cabeça com uma das mãos me fazendo um afago e soltou meus cabelos, que sempre uso preso no colégio.
- Quando você solta esses cabelos eu enlouqueço. Vejo você entrar no carro do Edu com eles soltos e penso na sorte que ele tem. – ele puxou minha cabeça e sem querer aceitei o beijo que ele me deu.
Foi como acordar, mas ele olhou pra mim e como eu não esboçava nenhuma reação, me beijou outra vez, agora puxando meu corpo de encontro ao seu. Retribuí o beijei, deixei que a língua dele entrasse na minha boca e parei quando ele me soltou e caminhou em direção à porta. Fiquei sem entender nada, achando que ele ia mesmo embora, mas ele apenas a trancou e virando-se pra mim disse:
- Apenas como precaução.
- O que você está querendo Luiz? – perguntei com certa indignação.
- No momento – falou se aproximando e me pegando pela cintura, me tirando do chão – apenas usufruir um pouco dos seus lábios e sentir seu perfume.
Nos beijamos novamente e senti meu corpo arrepiar-se com o contato com o corpo dele. Havia uma barriguinha discreta entre nós. Nada que nos atrapalhasse. Me mantendo nos ares, ele foi até o grande sofá da sala e me colocou sentada nele. Eu apenas o olhava. Ele se ajoelhou na minha frente e sem me olhar, abriu minha calça. Até ajudei-o me levantado um pouco enquanto ele a puxava para baixo. Tirou-a e colocou-a para o lado. Ao ver minha calcinha pequena, comentou enquanto acariciava meu sexo com a mão:
- Aqui está uma coisa que chama a atenção.
Eu não sabia se ele falava da calcinha ou da minha vagina. Como não falei nada ele continuou:
- Essa calcinha é uma das mais sensuais que já vi e pelo que sei você deve só usar desse tipo.
- Todas as minhas calcinhas são assim! – concordei um tanto hipnotizada pelo descaramento dele em tirar minhas calças com tanta segurança.
- Já tinha reparado quando você usa umas calças que deixam marquinha.
Eu não falei nada. Ele se abaixou entre as minhas pernas e, afastando a calcinha, começou a me chupar.
- Olha só que putinha, você está molhadinha.
- Você queria o que, com alguém me elogiando e me despindo?
- Eu sabia que você gostava de uma boa foda.
- Mas quem não gosta? – perguntei segurando seus cabelos e colocando uma das pernas sobre seu ombro.
Ele me chupava de uma forma deliciosa. Sua língua era hábil e seus dedos entrando e saindo de mim realmente faziam um bom trabalho. A outra mão que estava em minha coxa, subiu pela minha barriga, por baixo da minha blusa até meus seios. Achou o fecho frontal do sutiã e o soltou. Com a mão acariciava o bico do meu seio.
- Você é muito tesuda.
O elogio era desnecessário, mas aceitei-o sem retribuir. Ele levantou minha blusa e passou a dedicar-se aos meus seios. Tirei a blusa pela cabeça liberando o acesso. Ele queria mais beijos e isso é uma coisa que me enlouquece. Adoro beijos. Adoro lábios, adoro sexo oral. Falado e chupado. Porque não retribuir, pensei? Fiz com que ele se sentasse e invertemos as posições. Coloquei-me entre suas pernas e tirei suas calças. Um pau enorme, se bem que menor que o do Edu, despontou na minha frente apontando pro teto. Passei a língua na cabecinha dele, vendo qual seria sua reação. Ele gemeu e disse:
- Isso gostosa, chupa minha pica, porra!
- Porra eu quero mais tarde! – brinquei com ele e coloquei-o todo na boca começando um boquete.
Ele se contorcia e me alisava como podia. Sentei então do seu lado, sem largar seu pau, punhetando-o e nos beijamos outra vez. Ele queria meus seios e logo os tinha novamente na boca. Eu então perguntei:
- Como você quer gozar?
- Você é uma putinha sem vergonha. – falou sem responder.
- Não foi isso que eu perguntei! – disse mexendo em seu pau para cima e para baixo – Perguntei aonde você quer gozar.
O safado então parece que retomando o controle, pelo menos um pouco, da situação, perguntou:
- Quais as minhas opções?
Eu ri, pensando se diria ou se o torturaria mais um pouco.
- Você pode gozar na minha mão, na minha boca, na minha buceta…
Não precisei continuar, apesar de que ele perdeu por não ouvir as outras opções. Os afobados sempre perdem alguma coisa. Ele me colocou de costas pra ele sobre o sofá e por trás enfiou seu pau gostoso na minha buceta. Puxava meus cabelos do mesmo jeito que o Edu gosta de puxar e me elogiava:
- Você é uma putinha gostosa, safada e sem vergonha! Vou te encher de porra!
- Enche sim, seu puto. Me enche de porra. Goza dentro de mim, goza?
Ele começou a se mexer com mais força e cada vez mais rápido e logo gozou.
Nesse exato momento ouvimos um barulho na porta e sem nem termos tempo de nos mexer ela se abriu e entrou o Mauro da faxina. Ele olhou pra nós, primeiro sem entender e depois entendendo mas sem saber o que fazer. Apenas disse:
- D. Sandy… Seu Luiz… eu vim limpar a sala…
E virou-se de costas pra sair, eu saltei do sofá, peguei-o pela mão e o trouxe pra junto do Luiz.
- Mauro, eu o Luiz estávamos namorando um pouco.
Ele me olhava ali pelada e não sabia mesmo o que fazer.
- Eu vi D.Sandy, quer dizer, entendi. Não queria atrapalhar é que…
Empurrei-o para o sofá e ia explicando enquanto eu abria seu macacão:
- Vou dar pra você, a mesma coisa que dei pro Luiz, assim vocês dois não vão poder falar nada pra ninguém. Se um falar eu conto pra diretora uma versão diferente e vocês perdem o emprego.
Ele não falou nada quando puxei seu pau pra fora da calça e o coloquei na minha boca. O Luiz também não falou nada, apenas pode ver a chupada que eu dava em troca do silêncio do faxineiro.
- Ah D. Sandy a senhora faz isso muito gostoso. Eu acho que eu vou gozar. A senhora deixa?
Achei graça no pedido de autorização e assenti:
- Deixo sim rapaz, pode gozar na minha boquinha.
Ele gozou rapidinho e urrou. Esporrou muito, mas bebi todo o leitinho, que escorreu um pouco da minha boca. Olhei pra ele ainda com seu pau na mão e ele falou:
- Pode deixar D. Sandy que eu não conto nada pra ninguém.
- Bom menino. Então espera mais um pouco aí e não deixa ninguém entrar.
- Mas não tem mais ninguém…
Não esperei ele terminar a frase. Puxei o Luiz pra mim e fomos até a mesa. Sentei sobre ela e falei:
- Agora que teu pau tá duro outra vez, vem aqui e termina o que você tava fazendo porque eu ainda não gozei.
Luiz ficou de pé na minha frente e meteu sem piedade, como as vezes eu gosto, seu pau em mim. Nos abraçamos e ante os olhos do Mauro e exatamente pelo prazer de estar transando na frente dele, gozei. Não quis saber se Luiz ia gozar ou não. Já tinha bebido leitinho e levado leitinho na minha xaninha. Relaxei e ele ficou olhando pra mim e falou baixinho:
- Você é louca.
- Completamente maluca, portanto, não me provoque.
E virando pro Mauro falei:
- Passa a minha roupa, por favor?
Fui até ele que pegou minhas roupas sobre o sofá e me entregou-as e disse:
- Vou lá no toalete me vestir. Quando eu sair, não quero ver nenhum dos dois aqui. Vou terminar de corrigir as provas e se algum de vocês tiver amor à vida, vai estar o mais longe daqui quando eu sair.
Entrei no toalete e tranquei a porta assustada com minha própria petulância.
Quando saí. A sala estava limpa e não tinha sinal de nenhum dos dois. Sentei na minha cadeira e olhei pras provas que me esperavam. Respirei fundo, peguei minha caneta, mas antes de recomeçar a correção, peguei o telefone e chamei aquele que está como primeiro dos meus favoritos. Ele atendeu e falei:
- Edu, você não imagina o que aconteceu aqui na hora que eu ia corrigir as provas…